Fonte: O trajo regional em Portugal , de Tomaz Ribas.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
TRAJE DE TRABALHO (CEIFEIRA) - MOIMENTA DA BEIRA - VISEU.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
TRAJE DE NOIVA - MINHO.
O traje de noiva é, sem dúvida, um dos mais emblemáticos do trajar no Minho. A escolha do tecido preto confere a todo o traje a solenidade exigida ao próprio ritual do casamento ou às poucas ocasiões, excepcionais, em que ele era usado. Para assinalar esses momentos, a rapariga colocava ao peito todo o ouro que possuía, mostrando, assim, o seu poder econômico. Ambicionado por todas as raparigas casadoiras minhotas, este traje era objeto dos maiores cuidados e desvelos, logo guardado na arca, após as raras aparições em público, para um dia ser doado à filha ou à neta, como se de uma jóia se tratasse. Por vezes, serviria este traje, ainda, uma última vez, como mortalha. Composto por casaca de tecido de seda preta lavrada, ajustada ao corpo, formando uma pequena aba na cintura e contando com decoração em bordados aplicados de vidrilhos, galão, e fita de cetim pregueada, tudo em preto, saia de tecido preto de lã, com barra em veludo ricamente bordada em vidrilhos, decorada na orla com aplicação de fita e tira de cetim pregueada, avental de veludo preto, decorado com bordados em vidrilhos, formando a coroa real no centro, enquadrada por motivos vegetalistas, algibeira entre o avental e a saia, em forma de coração estilizado, bordada com vidrilhos, lenço branco de tule bordado com fio de seda, meias rendadas brancas e chinelas pretas bordadas em branco. No peito, sobre o fundo negro da casaca, sobressaem os ouros tradicionais, e, nas orelhas, usa-se os brincos à rainha. A rapariga leva, ainda, em mãos, com delicado bordado a ponto de cruz com motivos de simbologia amorosa, a segurar o ramo de noiva, um lenço de amor.
Fonte: O trajo regional em Portugal , de Tomáz Ribas.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
ROMARIA DE N. Sra DOS REMÉDIOS - LAMEGO.
Não se pode falar sobre o culto de Nossa Senhora dos Remédios sem referir o nome de D. Manuel de Noronha, bisneto do descobridor João Gonçalves Zarco. Ocupou um importante cargo no Vaticano do papa Leão X, tendo sido nomeado bispo de Lamego a meio do séc. XVI. Foi este o fundador da devoção e da confraria da Senhora dos Remédios, tendo mandado trazer de Roma a respectiva imagem.
A primeira capela foi erguida no local de uma outra, dedicada a Santo Estêvão, que trazia a esse monte alguns fiéis já desde 1361. A imagem da Virgem ganhou fama e avultadas esmolas eram deixadas no decorrer do séc. XVIII. Serão desta altura as primeiras festas em sua honra, que então duravam apenas um dia, tendo começado também a construção do actual santuário, um dos mais belos monumentos de Portugal, que só ficou concluído em 1905. A fachada, de inspiração barroca, é ladeada por duas torres sineiras, avistando-se de toda a cidade. Um escadório com 686 degraus ergue-se desde o centro da cidade até ao cimo do monte, estando cheio de lugares surpreendentes, como o Pátio dos Reis.
Ultrapassando, há muito, as fronteiras da região, as festas em honra de Nossa Senhora dos Remédios afirmaram-se como uma das mais importantes romarias que se realizam em Portugal. Desde a última quinta-feira de Agosto até ao dia 8 de Setembro, cerca de 300 mil pessoas vão agradecer à santa a resposta às suas preces ou,
simplesmente, fazer a festa. A Procissão do Triunfo, nesse dia, é uma das poucas no mundo cujos andores continuam a ser puxados por juntas de bois, graças a uma especial permissão da Santa Sé, emitida em 1925. Os carros vão magnificamente engalanados.
Outra das peculiaridades desta romaria é a "marcha luminosa", que se realiza na noite do dia 6, sendo composta por uma dezena de carros alegóricos e numeroso figurado vivo, que percorre as ruas e avenidas da cidade. Na tarde do dia 7 ocorre a "batalha das flores", altura em que os romeiros lançam pequenos pedaços de papel colorido sobre o desfile. O programa fica completo com diversos eventos culturais e desportivos, folclore, espectáculos musicais e pirotécnicos, exposições e feira.
Fonte: «Enciclopédia das Festas Populares e Religiosas de Portugal, de Felipe Costa Pinto.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DE AROUCA.
O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca foi fundado em 1972 com o nome de rancho folclórico de Arouca. Com a integração na secção cultural da casa do povo de Arouca, em 1973, o seu nome viria a ser alterado para o nome que hoje ostenta.Os cantares e dançares de Arouca, as vozes, os costumes e os trajes das gentes da sua terra, partindo de uma recolha adjacente do cancioneiro de Arouca, da autoria de Virgílio Pereira, são aqui fielmente representados. Manter viva as tradições folclóricas e etnográficas e os traços de ruralidade do povo arouquense eram os propósitos dos seus fundadores e seguidores. da serrania ao vale, do Paiva ao Arda, Arouca e um tesouro cultural evidenciado nos tablados onde este rancho actua.Com uma escola de aprendizagem para tocadores de concertina e cavaquinho e um grupo infantil e juvenil que, para além das danças de folclore arouquense, ensaia canções do nosso cancioneiro, canções populares e leva a cena pequenos teatros. O rancho folclórico da casa do povo conta com cerca de 45 elementos.Ao longo de mais de três décadas o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca actuou em festivais de folclore nacionais e internacionais, animou festas e romarias, e organiza anualmente em Agosto o festival de folclore. Em Abril de 1990 e Maio de 2001, atravessaria o atlântico em duas digressões pelo Brasil, actuando nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Santos. Em 1998, representaria o folclore arouquense a quando a assinatura do protocolo de geminação entre a cidade francesa de Poligny e Arouca, sendo aí justamente homenageado pela associação portuguesa local, pelo apoio dado na criação de um Rancho Folclórico Lusitano.
Caminhando para as bodas de ouro, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca Continuará a preservar o passado e as suas tradições, legado dos antepassados para as gerações futuras, de ontem, de hoje e de amanhã. estas são as palavras do presidente da direcção:António Gonçalves Teixeira.
http://ranchoarouca.blogspot.com/
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Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca - Vira de Trempes
terça-feira, 26 de agosto de 2008
GRUPO DE FOLCLORE DA PONTA DO SOL - ILHA DA MADEIRA.
Autónoma da Madeira, em particular o concelho da Ponta do Sol.Foi feito um exaustivo trabalho de recolha, através de contactos directos com a população mais idosa detentora de memórias culturais significativas; danças, canções, objectos relacionados com as actividades agrícolas e domésticas do passado, bem como, roupas e artesanato que o grupo tem procurado adquirir sempre que possível.A Ponta do Sol tem inscrito o seu nome na Federação de Folclore Português, através do seu grupo que é membro efectivo daquela organização desde 1990, sendo o primeiro grupo madeirense federado.No ano de 2006, foi homenageado com o Galardão da Cultura, pelo Governo Regional da Madeira, através da Secretaria Regional do Turismo e Cultura, pelos serviços prestados em prol da Cultura. 
Site recomendado:Grupo de folclore da Ponta do Sol
http://www.grupofolclorepontadosol.net/index.htm
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Grupo de Folclore da Ponta do Sol - Baile Pesado
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
PROGRAMA DA ROMARIA DE NOSSA SENHORA D' AGONIA 2008 - VIANA DO CASTELO.
Dia 15 – 6.ª feira: 15h00 - Abertura da “XII Feira/Exposição de Artesanato da Romaria d'Agonia”
Decorrerá, como vem sendo hábito, esta Feira, a VII deste novo ciclo, no corredor central do Jardim Público Marginal, com mais de 40 artesãos da nossa região, muitos deles a apresentar trabalho ao vivo.
Julgamos ter sido pioneiros nestes eventos "As Feiras de Artesanato", pois já em 1964 faziam parte do programa das Festas d'Agonia, onde se pode ler:
"Ás 11 horas - Abertura da Exposição de Artesanato Regional, no Palacete Luís do Rego, à Praça General Barbosa. Mostruário dos nossos tão característicos trabalhos regionais, produtos de pequenas oficinas, bordados, etc..."
E pelo êxito alcançado, repetiu-se a "Feira de Artesanato" nos cinco anos seguintes, no pavilhão e terrenos do então demolido Mercado Municipal, hoje do conhecido "Prádio Coutinho", nos anos seguintes.
Perdido o espaço, esmorecidas as vontades, somente em 2002, e em boa hora, se reacendeu esta vontade de mostrar a todos quantos nos visitam o tradicional artesão vianense, no seu trabalho ao vivo. Que este espaço seja para todos um motivo de orgulho e atracção.
Dia 19 - 3.ª feira:
22h00 - Animação e Baile Popular
Junto da Muralha do Castelo de Santiago da Barra, arraial popular, promovida pelos pescadores da nossa ribeira. Inicio da confecção dos tapetes floridos nas ruas da ribeira.
Dia 20 – 4.ª feira: (Feriado Municipal)
DIA DE NOSSA SENHORA D'AGONIA
08h30 - ALVORADA
Já se ouvem os morteiros... são 21, bem estrondosos e com eles o atroar aumenta com os Zés P'reiras e as Bandas de Música; e a compasso, o dançar dos Gigantones e cabeçudos, que na Praça da República, a nossa Sala de Visitas, dão inicio à mais tradicional das romarias de Portugal: a Romaria de Nossa Senhora d'Agonia.
GRANDE FEIRA
Tem lugar no Campo do Castelo e Praça General Barbosa constituindo, pela sua genuinidade e animação, um dos mais interessantes e típicos aspectos das gentes deste concelho do Alto-Minho.
TAPETES FLORIDOS
Não poderemos ignorar o trabalho das gentes da ribeira que durante toda a noite labutaram, não na sua habitual e perigosa faina, mas na manifestação do seu amor pela Santa Padroeira, ao cobrirem as ruas com tapetes floridos para a passagem da Senhora.
10h00 - CONCERTO MUSICAL
No coreto do Largo de S. Domingos pela Banda de Música da Portela.
12h00 - REVISTA DE GIGANTONES E CABEÇUDOS
O Largo de S. Domingos será o cenário desta primeira e tão típica manifestação.
14h00 - CONCERTO MUSICAL
No coreto do Largo de S. Domingos pela Banda de Música da Portela.
14h30 - SOLENE CONCELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
Presidida por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor D. José Augusto Pedreira, Bispo da Diocese.
Finda a SANTA MISSA sairá do Santuário de Nossa Senhora d'Agonia, Nossa Senhora dos Mares e S. Pedro, a caminho do Cais dos Pilotos, onde , depois da alocução, será dada a "Benção ao Mar" e às embarcações, seguindo-se-lhe a
PROCISSÃO AO MAR E AO RIO com inúmeros barcos a acompanharem a Senhora na sua saída. O regresso ao Santuário será feito pelas ruas da nossa Ribeira belamente atapetadas e decoradas com motivos piscatórios. É desta forma singela mas carinhosa que os moradores demonstram a sua devoção a NOSSA SENHORA D'AGONIA.
Nota: Os maravilhosos tapetes poderão ser admirados durante todo o dia, até à hora do retorno da Procissão, cerca das 17 Horas.
21h30 - CONCERTO MUSICAL
No coreto da Praça da República pela Banda de Música da Portela.
22h00 - ARRAIAL
No campo do Castelo, Doca dos Pescadores e Praça General Barbosa com todas as diversões em funcionamento.
Sessão de FOGO DE ARTIFÍCIO, que melhor poderá ser admirada na Praça de Viana ou Praça da Ribeira,(junto à antigas Torre dos Pilotos) onde prosseguirá o "ARRAIAL MINHOTO"
Dia 21 – 5.ª feira: 08h30 - ALVORADA
GRANDE FEIRA
Continuará nos mesmos sítios e com a mesma animação.
11h00 - "CIRCUITO DO FEIRÃO"
Onde poderá encontrar, conviver e saborear alguns dos mais famosos petiscos das gentes das nossas freguesias.
Ali, durante todo o dia, estarão cinco dos muitos Grupos Folclóricos do nosso concelho, instalados em pavilhões dispersos pela cidade, exibindo em simultâneo a riqueza dos seus trajes, cantares e suas danças.
(ver programa específico com localização)
14h30 - CONCERTO MUSICAL
No coreto da Praça da República pela Banda de Música da Casa do Povo de Moreira do Lima
21h30 - ESPECTÁCULO MUSICAL
NA Praça da Liberdade, poderemos assistir ao grandioso espectáculo musical popular, com "AUGUSTO CANÁRIO E AMIGOS".
CONCERTO MUSICAL
No coreto da Praça da República pela Banda de Música da Casa do Povo de Moreira do Lima.
Dia 22 – 6.ª feira:
08h30 - ALVORADA
Repete-se aqui, nos dias seguintes, e sempre no mesmo lugar, a Praça da República e nos moldes tão tradicionais.
GRANDE FEIRA
Continuará nos locais estabelecidos e com a mesma animação.
09h30 - CONCERTO MUSICAL
No coreto da Praça da República pela Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo.
10h00 - DESFILE DA MORDOMIA
750 Anos de Foral... 750 Mordomias
As Mordomas são as Rainhas da Festa. Raparigas solteiras - sem fama - que fazem os seus primeiros ex-votos de amor na Romaria da Nossa Senhora d'Agonia apresentando-se oficialmente na cidade e nos cumprimentos ao Governador Civil, à "nossa" Câmara Municipal, ao Bispo da Diocese. Desta feita, vamos tentar duplicar os números habituais! Mordomas - também Festeiras- ( Trajes de Mordoma, Morgada, Luxar no seu colorido de vermelhos, azuis e verdes); no seu primeiro "vira" de debutantes; na sua primeira "função" das Mordomarias. Para que se conste!
12h30 - REVISTA DE GIGANTONES E CABEÇUDOS
Agora, na Praça da República os Grupos de Zés P'reiras e de Bombos, com o habitual barulho ensurdecedor prestam homenagem aos Gigantones e Cabeçudos.
14h30 - CONCERTOS MUSICAIS
Nos coretos da Praça da República pela Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo e no Largo de S. Domingos pela Banda Bingre Canelense.
16h30 - ORAÇÃO DE VÉSPERAS
No Santuário de Nossa Senhora d'Agonia.
17h00 - PROCISSÃO SOLENE DA SENHORA D'AGONIA
É organizada pela Confraria de Nossa Senhora d'Agonia e será presidida por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor D. José Augusto Pedreira, o nosso Bispo. Desfilará por algumas das ruas da cidade e, como sempre,seduzirá pelo rigor das suas vestes e dos seus Quadros Bíblicos.
21h30 - VAMOS PARA O FESTIVAL
Zés P'reiras, Bandas de Música e Grupos Folclóricos, em sintonia com o muito povo que se incorpora neste desfile, fazem a festa, descendo a Avenida dos Combatentes da Grande Guerra em direcção ao Jardim Marginal.
22H00 - FESTIVAL NO JARDIM
Em dois palcos poderemos assistir ao encanto e beleza das danças e cantares de Grupos Folclóricos exclusivamente do nosso concelho.
Também poderemos deliciar-nos com a Banda de Música dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo no coreto da Praça da República e da Banda Bingre Canelense no coreto do Jardim Marginal, enquanto aguardamos pela espectacular sessão de fogo de artifício, nesta noite o afamado "FOGO PRESO".
Dia 23 – Sábado:
08h30 - ALVORADA
Nos mesmos locais da cidade em que decorreu a anterior e nos mesmos moldes.
GRANDE FEIRA
Continuará nos locais habituais.
10h00 - CONCERTOS MUSICAIS
Nos coretos da Praça da República pela Banda da Casa do Povo de Moreira do Lima e do Largo de S. Domingos pela Banda da Sociedade Lanhelense.
12h00 - REVISTA DE “GIGANTONES E CABEÇUDOS”
De novo na Praça da Republica com toda a riqueza dos seus movimentos, do atroar dos bombos e com esfuziante alegria.
14h00 - CONCERTOS MUSICAIS
Nos coretos da Praça da República pela Banda da Casa do Povo de Moreira do Lima e do Largo de S. Domingos pela Banda da Sociedade Lanhelense.
16h00 - “CORTEJO ETNOGRÁFICO - " A voz da Romaria" - comemorativo dos cem anos de "paradas" e "cortejos" de Nossa Senhora d'Agonia.
1908 - as paradas agrícolas, os cortejos etnográficos e do trabalho; das tradições, usos e costumes; das feiras e feirões; do "fantástico" e maravilhoso"; dos cortejos temáticos: Caminhos de Santiago, Alto Minho em Festa, 500 Anos do Brasil, Pedro Homem de Mello, O Traje e o Bordado, O ouro do Minho e o Ouro de Viana, A cerâmica de Viana através dos tempos, A Voz da Romaria (2008).
21h30- CONCERTOS MUSICAIS
Nos coretos da Praça da República pela Banda da Casa do Povo de Moreira do Lima e do Largo de S. Domingos pela Banda da Sociedade Lanhelense.
22h00- A FESTA DO TRAJE
Tem lugar no Castelo Santiago da Barra.Numa nova encenação, procurará corresponder-se à grande expectativa que o traje à vianesa" sempre provoca a quem nos visita.
Um só palco, mas com três funções diferentes. Uma explicação pormenorizada: o vestir da "lavradeira", da "mordoma" e da "noiva". O trajo de "cotio", "domingar","peditório" , "ir à festa"; as "meias senhoras" e as "morgadas". O pormenor do "ourar", da cor. Nos seus Ofícios. Ao Vivo!
GRANDE ARRAIAL MINHOTO
As muitas e variadas diversões, as tocatas, os cantares ao desafio, as barracas de "comes e bebes", as tendinhas de café" e a alegria do muito povo que nestas noites procura esquecer as "canseiras" do dia a dia, são a garantia de que este popular número de agrado certo, se prolongará pela noite fora, como o mais típico e alegre ARRAIAL que terá lugar no Campo do Castelo e Praça General Barbosa.
Logo que termine a Festa do Traje, será queimado o fogo do ar que é, sem sombra de dúvida, um dos pontos altos do inolvidável ARRAIAL e que tem por nome “FOGO DO MEIO OU DA SANTA”
Dia 24 – Domingo:
8:30 - ALVORADA
Queimam-se os últimos foguetes da Alvorada e inicia-se aquela que será a última grande Feira do corrente ano e que ocorrerá no mesmo recinto das anteriores.
10h00 - CONCERTOS MUSICAIS
Nos coretos da Praça da República pela Banda dos Escuteiros de Barroselas e do Largo de S. Domingos pela Banda da Casa do Povo de Moreira do Lima.
12H00 - REVISTA DE “GIGANTONES E CABEÇUDOS”
Será esta a última revista do ano, onde os Gigantones e Cabeçudos receberão as honras dos seus "vassalos" que são os diversos Grupos de Zambumbas e que terá lugar na Praça da República
14h30 - CONCERTOS MUSICAIS
Nos coretos da Praça da República pela Banda dos Escuteiros de Barroselas e do Largo de S. Domingos pela Banda da Casa do Povo de Moreira do Lima.
15H30 - FESTIVAL DE CONCERTINAS E CANTARES AO DESAFIO
O genuíno e castiço espectáculo, onde dezenas de tocadores de concertina e muitos cantadores e cantadeiras, proporcionarão aos amantes deste popular "desafio cantado", uma tarde inesquecível e que terá lugar no Jardim Público Marginal.
17H30- TOURADA
No redondel da Argaçosa.
A qualidade deste "cartel inédito" é a garantia de continuidade do bom-nome de que gozam as "TOURADAS D'AGONIA"
Cavaleiros: Joquim Bastinhas / Sónia Matias / Luís Roxinol / Joana Andrade / Marcos Bastinhas e Isabel Ramos
Forcados: Grupo de Amadores de Alcochete e Grupo de amadores do Aposentado da Chamusca
Toiros: Da Prestigiada ganadaria do Dr. Brito Pais
21H30- VAMOS PARA A SERENATA
São novamente os grupos de Gaiteiros, Zés P'reiras e Bombos, as Bandas de Música e os Grupos Folclóricos que, com o entusiástico acompanhamento dos "romeiros" - este bom povo que nos visita e se sabe integrar neste espectáculo ímpar.
Terá início no Largo da Estação dos Caminhos-de-Ferro, descerá a Av. dos Combatentes da Grande Guerra em direcção ao Jardim Marginal, onde terá lugar o último Festival.
22H00- FESTIVAL NO JARDIM
Concertos musicais, nos coretos da Praça da República pela Banda dos Escuteiros de Barroselas e no do Jardim Marginal pela Banda do Povo de Moreira do Lima, exibição de Grupos Folclóricos em estrados próprios e por fim a MARAVILHOSA SERENATA NO RIO LIMA
e
Começa a Saudade....

quinta-feira, 14 de agosto de 2008
ROMARIA DE N. Sra D' AGONIA - VIANA DO CASTELO.
A romaria de Nossa Senhora da Agonia, em Viana do castelo, é considerada uma das maiores de Portugal. A primeira referência a este culto remonta ao século XVIII, mais precisamente a 1744. A ligação com a comunidade piscatória é forte nos festejos de Nossa Senhora da Agonia. Até 1968, quando se passou a efectuar a procissão fluvial, eram os próprios pescadores que carregavam o andor com a imagem.
A devoção começou com a imagem presente na capela do Bom Jesus de
Santo Sepulcro do Calvário, que mais tarde se chamou Capela do Bom Jesus da Via Sacra e que, ainda mais tarde, se passou a chamar Capela da Senhora da Soledade. O local onde se encontrava a capela, permitia aos vianenses observar as chegadas bem sucedidas dos barcos de familiares que partiam para o mar, mas também originavam momentos de aflição com a sorte desses pescadores, entregues aos caprichos das marés. Foi por esta razão, conta-se, que o povo de Viana do Castelo, sofrendo diariamente as angústias da vida do mar, decidiu renomear a imagem que já tanta devoção originava com um novo nome: Nossa Senhora da Agonia.
Foi a partir dessa data que a romaria em torno de Nossa Senhora da Agonia começou a cativar cada vez mais devotos. Tanto que em 1772 o dia único de romaria alargou-se a 3 dias, embora o principal actrativo continuasse a ser as cerimónias religiosas. Apesar de os dias tradicionais (18, 19 e 20 de Agosto) terem mudado para coincidirem com sexta, sábado e domingo, está determinado que os festejos não podem ocorrer antes de di
a 15 ou depois de dia 25 de Agosto. A partir de 1968 a Procissão da Senhora da Agonia passou a fazer-se também no mar.
Com o passar dos anos o número de visitantes tem aumentado, bem como as iniciativas paralelas aos festejos religiosos. Um Cortejo etnográfico representativo do distrito, uma feira de artesanato regional e o também já tradicional fogo de artifício junto ao Rio Lima, são algumas das actividades que animam a cidade durante a romaria.


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Romaria de Nossa Senhora d'Agonia
terça-feira, 5 de agosto de 2008
FESTAS E ROMARIAS
«As festas e romarias, tão caras à alma do nosso povo, crente e folgazão, têm uma função simultaneamente religiosa e social. A elas afluem, de todas as partes por onde andam dispersos, os filhos da terra, para alimentar a fé que os liga à sua igreja e fortalecer as raízes que os ligam ao seu torrão natal. Nelas se robustecem velhas amizades e se criam outras novas, embora, às vezes, se gerem também
discórdias, porque o calor aperta e o vinho sobe à cabeça dos romeiros, o que felizmente se vai tornando cada vez mais raro. Depois de satisfeitas as devoções e cumpridos os votos, hora de dar largas à emoção e à alegria, num convívio salutar e fraterno, com os parentes e amigos, cantando e dançando, no largo da igreja ou no recinto da ermida.»(*)As Festas e Romarias são um traço típico da cultura popular e tradicional do nosso povo. Estas manifestações, extremamente numerosas e variadas, acontecem um pouco por todo o país, e fazem parte das tradições e memórias de um povo que luta para manter actual a cultura secular que lhe confere uma identidade muito própria.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
PROGRAMA DAS FESTAS DA MEADELA 2008 - VIANA DO CASTELO.
Festas da Meadela
Sexta, 01 de Agosto de 2008
Programa
Dia 1 de Agosto (Sexta Feira)
08H30 - Alvorada festiva. Uma salva de morteiros e um Grupo de Zés P’reiras, darão inicio às tradicionais Festas da Meadela em honra da sua Padroeira Santa Cristina
Entrada da Banda de Música da Casa do Povo de Moreira do Lima.
09H30 - Visita da Mordomia à Cidade. A comissão de Festas da Meadela e um grupo de jovens Meadelenses, rigorosamente trajadas, acompanhadas pela Banda de Música e pelo Grupo de Zés P’reiras, percorrerão as principais ruas da cidade, visitando e apresentando cumprimentos às Autoridades Religiosas e Civis.
13H00 - Almoço-convívio da Comissão de Festas com a mordomia, na escola Primária da Igreja n.º 5
18H30 - Celebração Solene da Eucaristia
19H30 - Abertura de Exposições.
21H00 - Abertura do 19º Arraial Inter-Associativo
21H30 - Primeiro Arraial Nocturno: música e diversões
22H00 - Espectáculo Musical com a Orquestra NORWEST
Dia 2 de Agosto (Sábado)
09H00 - Nova alvorada festiva, com o tipicísmo da do dia anterior
15H00 - Entrada do Grupo de Gaitas de S. Tiago de Cardielos, que desfilará pela Rua da Igreja
15H30 - Entrada da Banda de Música de S. Martinho da Gandra, seguida de concerto musical
16H00 - Entrada da Banda Plástica de Barcelos
17H00 - Entrada da Fanfarra dos Escuteiros da Meadela
17H30 - Cortejo Meadela/2008 “Lendas e Tradições”
19H00 - Celebração Solene da Eucaristia, por todos os Meadelenses que contribuíram para a realização da Festa em honra da sua Padroeira, Santa Cristina, e por todos os ausentes e emigrantes da Meadela
21H00 - Segundo Arraial Nocturno
21H30 - Concentração dos Grupos Folclóricos na Av. Coronel Pires, seguindo-se desfile pela Rua da Igreja até ao local do Festival de Folclore.
22H00 - XLIX Festival de Folclore da Meadela
- Ronda Típica da Meadela - Viana do Castelo
- Grupo Etnográfico de Lorvão - Mondego
- Grupo Etnográfico de Danças e Cantares da Nazaré - Nazaré
- Grupo Folclórico de Vila Verde - Vila Verde
- Rancho Folclórico do Calvário - Algarve
- Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela - Viana do Castelo
24H00 - Monumental sessão de Fogo de Artifício
Dia 3 de Agosto (Domingo)
08H00 - Celebração da Eucaristia
09H00 - Última alvorada festiva
10H30 - Eucaristia Solene na Igreja Paroquial com veneração especial a Santa Cristina, padroeira da Meadela.
1400 - Entrada da Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo.
15H00 - Entrada da Banda Musical do Souto.
16H30 - Entrada da Fanfarra dos Escuteiros da Meadela.
17H00 - Procissão solene em honra de Santa Cristina padroeira da Meadela
18H00 - Concerto Musical
19H00 - Celebração da eucaristia
21H30 - Terceiro Arraial Nocturno
24H00 - Grande sessão de Fogo Preso, com o qual se encerrará a 51ª edição das Festas da Meadela.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
O CATALÃO - PÓVOA DE VARZIM.
Nos referimos anteriormente sobre o barrete tradicional. Hoje trago o catalão, uma espécie de barrete usado no traje de pescador da Póvoa de Varzim.
O catalão, feito de tecido de flanela vermelha com forro branco.
Enfia - se na cabeça com uma dobra de cerca de dois dedos de largura.
Sem costura no fundo, o catalão não tem borla nem qualquer outro apêndice. Esta espécie de barrete usado antigamente pelos pescadores da Póvoa de Varzim era importado por contrabando nas arribadas dos barcos às praias galegas. Havia sido levado para ali por imigrantes da Catalunha que iam trabalhar nos barcos de pesca da Galiza. Daí ser designado "catalão".
segunda-feira, 21 de julho de 2008
O BARRETE TRADICIONAL.
Existe o barrete preto e o barrete verde.
domingo, 13 de julho de 2008
TRAJE DE DOMINGAR - VIANA DO CASTELO.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
RANCHO FOLCLÓRICO DE PASSOS DE SILGUEIROS - VISEU.
O Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros nasceu em 1978 em consequência da riqueza folclórica da sua terra.
Desde a primeira hora, pesquisou, recolheu e , estudou todos os aspectos da herança cultural popular da região de Viseu, zona planáltica situada entre as serras da Estrela e do Caramulo, limites do seu horizonte visual.
Os milhares de documentos obtidos constituem o património do seu museu, o mais rico da Beira Alta e um dos mais importantes de Portugal, no seu gênero. As suas danças e os seus cantares têm beleza, a par da simplicidade quase ingénua do povo simples e bom que no passado assim cantou e dançou, a alegria de quem põe entusiasmo e doação em tudo quanto faz, ao lado de uma certa e característica nostalgia dos Portugueses, enfim, a marca da autenticidade rigorosamente perseguida.
Os seus trajes, reconstituídos segundo a documentação arquivada, respeitam os pormenores - desde os óculos aos botões - e referem -se a uma comunidade rural do passado, com a sua natural diversidade.
Com a maior dignidade, tem levado o nome de sua região aos quatro cantos de Portugal e , no estrangeiro , tem sido um verdadeiro e premiado embaixador das tradições populares nacionais.
É membro da Federação do Folclore Português.
Criador do Museu de Silgueiros.Fundador da associação de Passos de Silgueiros, uma instituição particular de solidariedade social.
Organizador do festival de folclore de Silgueiros , o mais regular do distrito de Viseu.
Pioneiro na realização de encontros de cantadores de Janeiras.
Participante, com a marca da autenticidade, nos maiores e mais conhecidos festivais de folclore , do Algarve ao Minho.
Presente em festivais e acontecimentos folclóricos em Espanha , França e Holanda.
Participante em programas de Rádio e de Televisão emitidos em Portugal, França , Alemanha , Canadá e E.U.A.
Premiado com o "Golfinho de Bronze" , em Matosinhos.
Primeiro prémio de qualidade folclórica, em França , entre grupos de dez países.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
APÚLIA - CONCELHO DE ESPOSENDE.
Na praia da Apúlia, a dança do Minho toma uma feição especial, devido em parte ao trajo do homem - saio romano, apertado por cinturão espesso.
E as pernas serpenteiam, enquanto os pés, na relva do prado ou na areia da praia, fazem rendilhados brancos. A quase nudez destes rapazes que, ao comparecer no Rancho, envergam a indumentária quotidiana contrasta, singularmente, com a riqueza do fato das mulheres, as quais, ao contrário dos homens, vestem, para vir a público, festivos trajos antigos. Distinguem - se elas pelos movimentos das ancas, movimento rápido, trepidente. E a faixa, à moda de Esposende, ensacando - as, realça - lhes a natural opulência...
Fonte: Danças portuguesas , Pedro Homem de Mello.
terça-feira, 17 de junho de 2008
TRAJE DE FESTA - ÍLHAVO.
Camisa de linho, com pequeno cós guarnecido de renda larga, abotoada na frente com botões feitos de tremoço, forrados de tecido; manga comprida com punho. Colete de seda lavrada de de luxo, vermelho - vinho, debruado a preto, ajustado na frente com cinco pares de botões de prata e respectivas abotoaduras.


quinta-feira, 12 de junho de 2008
É URGENTE QUE SE LEVE ÀS COMUNIDADES PORTUGUESAS NO ESTRANGEIRO O CONHECIMENTO DO FOLCLORE PORTUGUÊS.
O folclore português no estrangeiro carece de um premente apoio técnico.
As raízes culturais tradicionais portuguesas promovem - se de uma forma bem ativa no seio das comunidades lusas radicadas em grande parte dos países de emigração, implícito no trabalho de centenas de grupos de folclore ou de inspiração folclórica. Todavia, essas formações progridem mercê de boas vontades , mas quase sempre enfermam de erros de representação, arredados que estão de uma correta e cuidada recriação dos aspectos etnográficos e folclóricos.
É urgente que se promovam as necessárias ações de formação e de sensibilização, ministradas por emissários competentes, estabelecidos nas diversas regiões de Portugal que são representadas pelo movimento folclórico nas comunidades. Ao Estado português competirá ajudar a uma tão necessária e urgente ação de pedagogia e de sensibilização, patrocinando visitas de pedagogos folcloristas, com reconhecidos conhecimentos técnicos. Pelo respeito que nos deve merecer a cultura popular.
Se é certo que por cá, em matéria de sensibilização da representação tradicional , as coisas não correm de forma satisfatória no que respeita à preservação e divulgação dos aspectos culturais e tradicionais, no estrangeiro os "embaixadores" lusos não fogem à regra, instruídos que estão a reproduzir mal o nosso folclore. Salvam - se algumas boas execeções. Todavia raras.
Matéria do jornal folclore - junho / 2008.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
SETE SAIAS - NAZARÉ.
O traje da mulher nazarena é de extrema riqueza, quer pela sua história, quer pela sua harmonia estética. Rico ou pobre, de festa ou de trabalho, o traje feminino da Nazaré ainda é bastante usado no dia a dia desta terra de pescadores, cheia de lendas, mitos e tradições.As sete saias fazem parte da tradição, do mito e das lendas desta terra tão intimamente ligada ao mar. Diz o povo que representam as sete virtudes; os sete dias da semana; sete cores do arco - íris; as sete ondas do mar, entre outras atribuições bíblicas, míticas e mágicas que envolvem o número sete.
A sua origem não é simples explicação e a opinião dos estudiosos e conhecedores da matéria sobre o uso das sete saias não é coincidente nem conclusiva. No entanto, num ponto todos parecem estar de acordo: as várias saias da mulher da Nazaré estão sempre relacionadas com a vida do mar. As nazarenas tinham o hábito de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas no areal, passando aí muitas horas de vigília. Usavam as várias saias para se cobrirem, as de cima para protegerem a cabeça e ombros do frio e da maresia e as restantes a taparem as pernas, estando desse modo sempre "compostas".

De acordo com outras opiniões, as mulheres usariam sete saias para as ajudar a contar as ondas do mar (isto porque "o barco só encalhava quando viesse raso, ora as mulheres sabiam que de sete em sete ondas alterosas o mar acalmava; para não se enganarem nas contas elas desfiavam as saias e quando chegavam à última, vinha o raso e o barco encalhava "). Certo é que a mulher foi adotando o uso das sete saias nos dias de festa , e a tradição começou e continua até ao presente.
No entanto, no traje de trabalho são usadas, normalmente, um menor número de saias (3 a 4).

No traje de festa as saias interiores são brancas, sobre essas duas ou três ou mesmo mais de flanela colorida, debruadas a renda ou crochet de várias cores, cobrindo- as, a saia de cima de escocês plissada ou de chita azul com barra de veludo preto, cobertas por um avental de cetim artísticamente bordado; casaco florido com mangas de renda ou de veludo bordado na gola e nos punhos; lenço cachené e chapéu , capa preta; chinelas de verniz; cordão e brincos de ouro. A nazarena mostra assim, com orgulho, a riqueza da família através do traje.
O traje de trabalho é mais pobre em cor e em tecidos, com duas ou três saias de baixo, que variam consoante a época do ano (inverno / verão); saia de cima simples e avental sem bordados, mas com uma renda aplicada e com bolso; cachené e xaile traçado. Existe ainda um terceiro traje - o das viúvas, todo preto e sem rendas ou bordados, com as saias de baixo brancas; sendo este usado atualmente apenas pelas mulheres mais idosas.
O traje nazareno feminino continua a ser usado no dia a dia pelas mulheres de mais idade, sobretudo as mais ligadas ao mar e à venda de peixe. O traje de festa é normalmente usado por todas na época de carnaval(de 3 de fevereiro - São Brás - até terça feira de carnaval ), domingo de Páscoa e também pelos Ranchos Folclóricos da Nazaré.
É importante salientar que o traje nazareno feminino não parou no tempo, nem se tornou uma peça museológica. É um traje que renasce cada ano, tornando a Nazaré única entre as demais.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
RANCHO REGIONAL DE SÃO SALVADOR DE FOLGOSA - MAIA.






Site recomendado: Rancho Regional de São Salvador de Folgosa - Maia.









