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terça-feira, 31 de agosto de 2010

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E DESPORTIVA RANCHO FOLCLÓRICO DE TENDAIS - CINFÃES , VISEU

O Rancho Folclórico de Tendais foi fundado em Junho de 1978, como Rancho Folclórico da Casa do Povo de Tendais.
Em 16 de Setembro de 1991, foi lavrada a escritura onde é constituída a Associação Cultural Recreativa e Desportiva – Rancho Folclórico de Tendais (Refª. DR Nº 271, III SÉRIE, Pág. 20346 de 25/11/91).
A sua primeira actuação realizou-se no dia 10 de Junho de 1978, na Malhada, local onde anualmente se realizam os seus Festivais de Folclore.
É membro efectivo da Federação do Folclore Português e do Inatel.
Do seu longo e rico palmarés, constam actuações em vários pontos do nosso País, bem como em alguns países da Europa, representando desse modo, nos mais variados certames, a freguesia de Tendais e o concelho de Cinfães.
Os seus trajes, danças, cantares e instrumental são típicos da região onde está inserido (DOURO SUL) – freguesia de Tendais e concelho de Cinfães. Dos trajes merecem saliência os de “Pastores”, “Ceifeiros” e em especial “O Homem da Caroça”.
A CAROÇA é feita de junco, uma planta resistente, e daí, um resguardo imprescindível para o deitador de água, principalmente em épocas do ano muito adversas.
Das danças de salão, é de uma beleza indescritível a coreografia do “Fado”, da “Chula” e da “Contradança”.
Neste Grupo ainda se podem ouvir os sons melodiosos da concertina e do violino, sucedâneo da antiga “rabeca”, acompanhados do violão, viola, ferrinhos, bombo e cavaquinho.
Tendais, foi o berço de Serpa Pinto. Foi em 20 de Abril de 1846, na Quinta das Poldras, que Tendais viu nascer o explorador e louvado administrador africano e que faleceu em 1900. Foi em 1877 que, Alexandre Alberto da Rocha de Serpa Pinto, conduziu a primeira expedição Portuguesa para África.
Tendais não é uma terra rica em Monumentos, mas as suas paisagens e a sua cultura são dignas de ser conhecidas e apreciadas. Tendais situa-se a norte da serra do Montemuro, tem a sua maior altitude no Perneval, a 1270m e serve de varandim ao rio Bestança.


sexta-feira, 23 de julho de 2010

RANCHO FOLCLÓRICO DE ORGENS - VISEU - BEIRA ALTA



Orgens é uma das 34 freguesias do concelho de Viseu. É, na actualidade, uma freguesia urbana já que foi absorvida pelo crescimento natural da cidade de Viseu. O Rancho Folclórico de Orgens é o movimento associativo mais duradoiro de toda a freguesia e responsável pela sua evolução sócio-cultural. A forma organizada do Rancho surge em 1938, pela mão de Carlos Oliveira Coelho, e nessa altura dava pelo nome de "Rancho Folclórico Flores da nossa Aldeia". O Rancho de Orgens mantém a pureza do Cancioneiro de Viseu e recria com fidelidade esses gestos e atitudes do viver antigo, centrado nos valores criados pela ruralidade das suas gentes. O Rancho é parte constituinte do Centro Social Cultural Desportivo e de Defesa
do Património de Orgens, encontrando-se registado na Federação do Folclore Português e é também associado do INATEL. Este rancho, canta e dança o produto da recolha feita no seu território, cujos limites abarcam arretos dos alqueves da terra beirã, o que só valoriza e expande. Ainda hoje, o Rancho Folclórico de Orgens, relembra as suas festas mais tradicionais actuando para comemorar essas festividades que se prolongam para lá das tradições e dos tempos. O Rancho Folclórico de Orgens tem mantido os seus costumes que vão de encontro à riqueza histórica em que a freguesia de Orgens se insere, pretende levar a toda a gente, através das suas actuações, um pouco da cultura tradicional duma forma viva e actuante, como se fora um Museu Itinerante. O Festival de Folclore de Orgens é realizado anualmente no último domingo do mês de Julho. O Rancho de Orgens é parte integrante e fundadora do EIRANÇAS - Companhia Nacional de Danças da Beira a par do Grupo os Serranos de Belazaima - Águeda e do Rancho do Brinca - Coimbra. O Centro Social e Cultural de Orgens abriga o Rancho Folclórico e a sua Tuna Regional e tem a sua sede no Lote 6 do Olival - Orgens-Viseu.
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

TRAJE DE TRABALHO (CEIFEIRA) - MOIMENTA DA BEIRA - VISEU.


Blusa de tecido de algodão branco estampado (chita) com pequenos motivos azuis; gola larga guarnecida com bordado estreito; frentes ajustadas com botões; mangas compridas ajustadas no punho com bordado.

Saia de tecido de algodão estampado gorgorina, franzida na cintura. Avental de riscado azul, preto e vermelho cobrindo toda a frente da saia. Sobre a anca, corda servindo de cinta, arregaçando a saia e segurando uma cabaça.

Na cabeça , lenço de algodão estampado e chapéu de palha, de abas largas dobradas e atadas com as pontas do lenço. Calça socos romeiros.

Trajo simples nos tecidos e nos pormenores decorativos, como convém ao desenpenho do árduo trabalho agrícola da ceifa.

Contudo, as mulheres desta região, quando andam no trabalho, vestem uma saia de cor vermelha ou alaranjada, designada por

bichaneira (termo usado na beira para designar uma saia de trabalho).

A cabaça que suspende na cintura serve para levar a água com que mata a sede durante a jorna.

A designação de socos romeiros significa que foram usados nas romarias enquanto novos e passaram a ser usados no dia a dia quando já estavam velhos.

Fonte: O trajo regional em Portugal , de Tomaz Ribas.