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sexta-feira, 31 de julho de 2009

PROGRAMA DAS FESTAS DA MEADELA 2009


Dias 31 de Julho , 01 e 02 de Agosto de 2009

Programa
Dia 31 de Julho (Sexta-feira)
08.30 horas - Alvorada festiva.
Uma salva de morteiros e um Grupo de Zés P´reiras, darão início às tradicionais Festas da Meadela em honra da sua Padroeira Santa Cristina.
Entrada da Banda de Música de Estorãos - Ponte de Lima.
09.30 horas - Visita da Mordomia à Cidade.
A Comissão de Festas da Meadela e um grupo de jovens Meadelenses, rigorosamente trajadas, acompanhadas pela Banda de Mú´sica e pelo Grupo de Zés P´reiras, percorrerão as principais ruas da cidade, visitando e apresentando cumprimentos às Autoridades Religiosas e Civis.
13.00 horas - Almoço-convívio da Comissão de Festas com a mordomia, na escola Primária da Igreja.
18.30 horas - Celebração Solene da Eucaristia
19.30 horas - Abertura de exposições.
21.00 horas - Abertura do 20.º Arraial Inter-Associativo
21.30 horas - Primeiro Arraial Nocturno: música e diversões
22.00 horas - Espectáculo de Música Portuguesa com Augusto Canário e amigos. Organização do Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela em colaboração com a Comissão de Festas.

Dia 1 de Agosto (Sábado)
09.00 horas - Nova alvorada festiva, com o tipicísmo da do dia anterior
15.00 horas - Entrada do Grupo de Gaitas de S. Tiago de Cardielos, que desfilará pela Rua da Igreja
15.30 - Entrada da Banda de Música de Estorãos - Ponte de Lima, seguida de concerto musical
16.30 horas - Entrada da Fanfarra dos Escuteiros da Meadela
17.30 horas - Cortejo Meadela 2009
19.00 horas - Celebração Solene da Eucaristia, por todos os Meadelenses que contribuíram para a realização da Festa em honra da sua Padroeira, Santa Cristina, e por todos os ausentes e emigrantes da Meadela
21.00 horas - Segundo Arraial Nocturno
21.30 horas - Concentração dos Grupos Folclóricos na AV. Coronel Pires, seguindo-se desfile pela Rua da Igreja até ao local do Festival de Folclore.
22.00 horas - 50.º Festival de Folclore da Meadela
Organização da Ronda Típica da Meadela em colaboração com a Comissão de Festas
Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela; Grupo Típico “O Cancioneiro de Águeda” - Águeda; Rancho Folclórico “Danças e Cantares de Vale Paraíso” - Azambuja; Rusga de S. Vicente - Braga; Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia - Esposende e a Ronda Típica da Meadela
24.00 horas - Monumental sessão de Fogo de Artifício

Dia 2 de Agosto (Domingo)
08.30 horas - Celebração da Eucaristia
09.00 horas - Última alvorada festiva
10.30 horas - Eucaristia solene na Igreja Paroquial com veneração especial a Santa Cristina, padroeira da Meadela.
14.30 horas - Entrada da Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo.
15.00 horas - Entrada da Banda de Música Bingre Canelense.
16.30 horas - Entrada da Fanfarra dos Escuteiros da Meadela.
17.00 horas - Procissão solene em honra de Santa Cristina padroeira da Meadela
18.00 horas - Concerto Musical
19.00 horas - Celebração da Eucaristia
21.30 horas - Terceiro Arraial Nocturno
24.00 horas - Sessão de Fogo de Artifício, com o qual se encerrará a 52.ª edição das Festas da Meadela.

quinta-feira, 26 de março de 2009

TRAJE DE LAVRADEIRA DE AFIFE

Camisa de linho branco de corte tradicional sem bordados nos ombros ou nas mangas. Colete de tecido de lã vermelha e barra de tecido preto, decorado com bordado aplicado de vidrilhos e galão.

Saia de tecido Manual vermelho, com listas pretas estreitas ladeando lista branca; na cintura emenda pregueada e na orla forro de tecido azul-marinho. Na frente, avental simples de tecido manual vermelho listado a preto, decorado a meia altura com duas fiadas de topes (o mesmo que mosca ou puxado), terminando na orla com fita vermelha trabalhada.

Presa na cintura, entre a saia e o avental , espreita a algibeira em forma de coração estilizado, de tecidos vermelho e preto, bordados com abertura a meio, dexando ver o lenço branco rendado.

Cruzado sobre o peito, lenço cor de laranja estampado e franjado, contornando o decote e escondendo as pontas na cintura.



Na cabeça, lenço de fundo amarelo-canário estampado e franjado, com as pontas cruzadas na nuca e atadas no alto. Calça meias brancas e chinelas pretas sem bordados.

Adorna - se com brincos à rainha , e no pescoço, colar de contas com coração, fio e afagador.

Como características deste trajo, apontam - se em primeiro lugar uma certa sobriedade nas cores dos tecidos da saia e do avental, onde predomina o vermelho a contrastar com o preto, o branco e o azul-escuro do forro, sem qualquer decoração.

Também aqui estão ausentes os bordados na camisa, contrariamente ao mais frequnte nos trajos de lavradeira, embora apareçam de forma discreta no colete e na algibeira.

Quanto aos lenços, o de cor amarela predomina na cabeça, enquanto que o cor laranja é preferido para cruzar no peito, sempre estampados e com franjas.



Fonte: O trajo regional em Portugal , de Tomaz Ribas.





quinta-feira, 30 de outubro de 2008

TRAJES DE LAVRADEIRA REMEDIADA E LAVRADORES RICOS - VILA NOVA DE FAMALICÃO.

Lavradeira remediada:



É composto por uma saia preta de baeta avidralhada com diversas barras em veludo, avental com bastante roda em veludo igualmente avidralhada ,faixa de algodão ,blusa de linho com gola em bordado, lenço de froscos , lenço de cabeça ou cachené , meias rendadas e chinelas.Este traje era usado em dias de festas , romarias e feira.

Lavradores ricos:



Este traje era usado em dias de feiras anuais para representar os prêmios de gado recebidos.
A mulher trajava da mesma forma da lavradeira remediada á excepção da qualidade de ouro(superior nesta) , do cajado e do chapéu castanho de aba larga.
Por sua vez o homen usava calça preta enfaixado com faixa de algodão ,bota castanha de parteleira, jaqueta, colete ,camisa de linho , chapeu e cajado.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

TRAJE DE FESTA DE LAVRADEIRAS RICAS - ARGONCILHE - DOURO LITORAL.


Conjunto de trajos muito idênticos na sua composição: Casaquinhas e saias compridas pretas.
acessórios: chapéus de feltro ou de palhinha, sombrinhas, meias, chinelas e ouros.
Mais uma vez o preto é eleito por estas lavradeiras em trajo de festa.
podemos no intanto distinguir dois trajos mais antigos, relativamente aos restantes.Assim, a primeira e a terceira vestem uma casaquinha de corte mais tradicional e uma delas coloca sobre os ombros uma capa comprida de merino; as suas companheiras optaram por um figurino mais citadino, datável da primeira década do século xx.Todavia,todas elas permanecem muito próximo dos padrões tradicionais na escolha dos chapéus, nos ouros que exibem e na forma como se calçam.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

TRAJE DE LAVRADEIRA - AREOSA.


Este traje também de festa,característico da freguesia da Areosa é o que menos evoluiu , pois antes desta variedade de trajes à qual assistimos no concelho de Viana do Castelo ,existia um único, vermelho.
este traje da Areosa,é considerado o mais vermelho de todos.
Os lenços são de campo vermelho, a parte de cima do colete é vemelha,o forro e a cor principal da saia é vermelho, a algibeira é vermelha.
O forro apresenta em alguns casos silvas bordadas a lãs de cores e missangas,e embora não seja usual aparecem também outras silvas na parte superior do forro.os aventais apresentam formatos diversos ,sendo os mais característicos os aventais com formas geométricas .a tira do avental é geralmente bordada,ostentando frequentementeas palavras AMOR, AMIZADE,ou as iniciais da proprietária.o rigor do colete era de cor preta ,cor de vinho,roxa ou azul e bordado a lãs e missangas.a camisa,que vai dos ombros aos joelhos,apresenta bordados a branco nas ombreiras.nas camisas mais modernas vê-se bordados a azul.a chinela de cabedal era sem bordados o que não impedia que a meia o fosse.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

TRAJE VERDE DE LAVRADEIRA - GERAZ DO LIMA.


NO ESSENCIAL, ESTE TRAJE DISTINGUE-SE DOS
OUTROS TRAJES DE LAVRADEIRA MINHOTOS PELA SUA COR VERDE.


AQUI RESIDE O SEU CARÁTER ÚNICO , DE EXEÇÃO,

QUE O TORNA SINGULAR ENTRE OS DEMAIS.

VÁRIAS EXPLICAÇÕES TÊM SIDO DADAS,

PARA A PREFERÊNCIA DAS RAPARIGAS DE GERAZ DO LIMA PELO VERDE.

A ESTE PROPÓSITO HÁ QUEM SUGIRA QUE , QUANDO AS RAPARIGAS DESTA LOCALIDADE

SE DESLOCAVAM ÀS FESTAS E ROMARIAS FORA DE SUA FREGUESIA, DENUNCIAVAM SUA PROVENIÊNCIA ATRAVÉS DA COR DO SEU TRAJE.

NUMA SOCIEDADE EM QUE A CONVERSAÇÃO ENTRE RAPAZES E RAPARIGAS OBDECIA A REGRAS RÍGIDAS PADRONIZADAS , ONDE O RAPAZ NÃO PODIA DIRIGIR-SE A UMA RAPARIGA DESCONHECIDA , TORNAVA-SE NECESSÁRIO ENCONTRAR FORMAS SUBTIS DE COMUNICAÇÃO , COMO NESTE CASO PELA COR DO TRAJE.


FONTE: O TRAJO REGIONAL EM PORTUGAL , DE TOMAZ RIBAS