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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

GRUPO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DE CACIA - AVEIRO.


O Grupo Folclórico de Cacia, foi fundado em 1978, com o intuito de fazer reviver e preservar as Tradições Culturais de toda a Região do Baixo Vouga e Zona Vareira.O Grupo Folclórico é membro da Federaçâo do Folclore Português, tem participado em Festivais de Folclore de carácter nacional e internacional, e no estrangeiro já se exibiu em França e Espanha.Os viras, canas verdes e modinhas de roda que o grupo exibe, eram dançadas nos serões que se faziam em Cacia , a caminho das romarias da região, no final dos trabalhos do campo e aos domingos, nos adros das capelas.Os trajes que o grupo apresenta, são cópias fiéis dos séculos XVIII, XIX e XX; e neles se destacam os trajes ricos, trajes de trabalho ligados ao campo e ao rio e trajes de romaria, tendo obtido o 1ºprémio de trajes a nivel Nacional, organizado pelo Inatel em Lisboa.Já se exibiu na TV nos seguintes programas:Portugal Português, Sol de Verão, TV Regiões, Mùsica no Coração, Praça da Alegria, Olá Portugal e Festival Nacional do Algarve representando a Beira Litoral.Todos os anos, em Junho, aquando o seu Festival de Folclore, realiza um cortejo etnográfico representando várias usos e costumes dos seus antepassados, sendo apelidado por especialistas em etnografia como um autêntico “museu ao vivo”.

domingo, 27 de setembro de 2009

GRUPO FOLCLÓRICO DE FARO - ALGARVE




As suas origens remontam os inícios dos anos 30, sendo o mais antigo grupo de folclore do Algarve e um dos mais antigos do país.

Membro efectivo da Federação do Folclore Português e fundador da Associação de Folclore e Etnografia do Algarve, o Grupo Folclórico de Faro é já considerado uma Instituição da capital algarvia, tendo recebido , em 2002 , a medalha de ouro da Cidade.













Fotografia: http://reflexosdomeuolhar.blogspot.com/2009/04/grupo-folclorico-de-faro.html


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

RANCHO FOLCLÓRICO DO PORTO

O Rancho Folclórico do Porto foi fundado em 24/06/1982 com o objectivo de recolher, preservar

e difundir as antigas tradições da cidade do Porto, relacionadas com a cultura popular. Por isso tomou como lema ser "Sempre Leal" aos costumes que são Povo.A apresentação à cidade foi feita na Casa do Infante, no dia 24 de Junho de 1984. O seu reportório é constituído por danças e cantigas recolhidas por César das Neves, que as publicou no "Cancioneiro de Músicas Populares" no ano de 1895 e do livro "O Traje Popular em Portugal, século XIX" de Alberto de Sousa, reconstituiu os trajes que eram típicos no Porto, naquele século. É constituído por mais de cinquenta elementos divididos entre dançadores, cantata e tocadores distribuídos
pelos seguintes instrumentos: concertina, bombo, ferrinhos, cavaquinho, violão, viola braguesa e rabeca. Neste conjunto de pessoas, que se distribuem por diversas profissões, metade têm formação escolar superior: licenciados e bacharéis. O Rancho, que já se exibiu em todo o continente, na Madeira e nos Açores, fez digressões ao estrangeiro, já tendo estado presente em cerca de 30 países e gravou programas para as televisões alemã (ZDF), austríaca, brasileira (TVGLOBO e TVPROGRESSO), egípcia, escocesa, francesa (CANAL 5), galega (TV GALIZA) e portuguesa (RTP1 e TVI). A RTP produziu um filme -"Malhão, Triste Malhão" - com base nas músicas e danças do Rancho, e nele participou o próprio grupo. Para este canal televisivo também os seus elementos fizeram figuração para o documentário -"Os caminhos do romântico" , com trajes populares e burgueses daquela época, todos reconstituídos pelo próprio Rancho. Para que a música popular e folclórica do Porto fosse universalmente conhecida, gravou o Rancho dois LP, dois Single, duas cassetes e cinco CD. Algumas destas produções foram subsidiadas pela Câmara Municipal do Porto e Governo Civil do Porto. A par da sua actividade intrínseca, o folclore, desenvolve outras como: Grupo Rock, Canto Coral, Grupo de Fados de Coimbra, Tuna Académica, Teatro e Variedades.





quinta-feira, 30 de julho de 2009

RANCHO FOLCLÓRICO LUZ DOS CANDEEIROS - PORTO DE MÓS - ALTA ESTREMADURA


O Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros, foi fundado em 22 de Maio de 1987,
filiado na federação do Folclore Português em 11 de Dezembro de 1989
e é sócio fundador da Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura.
Tem a sua sede na Freguesia do Arrimal, Concelho de Porto de Mós e
representa a região da Alta Estremadura.
O Arrimal, freguesia essencialmente agrícola, inserida na serra dos candeeiros,
tem no cimo desta o seu ex-libris, o Arco da Memória, mandado Construir por D. Afonso Henriques, sendo o orgulho de toda a sua população rural.
Diz-se que o voto D. Afonso I ( dar à ordem de S.Bernardo tudo quanto deste sítio descobrisse até ao mar ), foi feito a uma quinta-feira, 27 de Setembro de1147.
Graças à iniciativa de um grupo de jovens, Arrimal viu o seu Rancho Folclórico surgir, para que as tradições dos seus antepassados não se perdessem no tempo e continuassem a perpetuar-se pela vida fora.

Assim, fizeram uma rigorosa recolha dos seus usos e costumes, das músicas e danças, dos trajes, bem como da etnografia do povo de antigamente, respeitando o seu valor cultural que querem preservar pela vida fora.
Pretende assim o Rancho Luz dos Candeeiros levar de terra em terra as recordações dos seus antepassados, mantendo-as vivas e respeitando-as incondicionalmente em todos os aspectos.
Tem participado nos mais conceituados Festivais Nacionais e Internacionais de norte a sul do país e no estrangeiro, em Espanha e França, sendo alguns deles no âmbito do CIOFF.
Organiza anualmente um Festival Nacional e Internacional de Folclore, aquando do seu aniversario, e é um dos organizadores do Festival da
Lagoa Grande (Arrimal).


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Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros



quinta-feira, 2 de julho de 2009

GRUPO DE FOLCLORE DO ROCHÃO - CAMACHA - ILHA DA MADEIRA

Fundado a 17 de Dezembro de 1986, o Grupo de Folclore do Rochão é uma das associações que trabalha em prol da preservação e sustentação do Património Cultural da Região Autónoma da Madeira.Representa vivências culturais dos nossos antepassados, na forma como o povo exteriorizava as suas vivências. Durante o trabalho ecoavam cânticos relacionados com a profissão e em certas ocasiões reuniam-se em serões, na sala ou terreiro da casa, onde tocavam, cantavam e bailavam, alegrando assim as festividades próprias desse tempo. Na sua indumentária, dos finais do séc. XIV até princípios do séc. XIX, apresenta trajos de trabalho, romaria, domingueiro, com especificidades variadas, conforme a profissão e posição social de cada indivíduo havendo recuperado peças autênticas, de valor incalculável, pela sua preciosidade e raridade, fruto de pecúlios recolhidos entre coleccionadores de história e relatos das gentes de outrora.O Grupo tem procurado levar, além fronteiras, a nossa cultura, tendo representado a Região Autónoma da Madeira no espaço Nacional em Lisboa, Porto, Algarve e Açores bem como a nível Internacional em Espanha, França, Alemanha, Itália e Brasil.No seu reportório, apresenta Bailes de Romaria, a quanto da ida de grupos de pessoas até ao arraiais, Bailes de Trabalho, executado para apaziguar o trabalho árduo, maioritariamente nas serras e nos campos, e cânticos comuns, sendo nalguns casos de improviso.--


Grupo de Folclore do Rochão - Camacha -Madeira - Portugal

Tel.: (+351) 913344170/1



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Grupo de Folclore do Rochão - Baile de Cócoras



domingo, 28 de junho de 2009

GRUPO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DA CAMACHA - ILHA DA MADEIRA.

O Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha foi fundado em 1 de Novembro de 1948 pelo Dr. Alfredo Ferreira Nóbrega, então presidente desta Casa do Povo. É constituído por cerca de 31 elementos.

Foi seu 1º director artístico Carlos Maria dos Santos, que fez um longo e muito importante trabalho de recolha dos trajes, bailes e canções de todo o Arquipélago da Madeira, e que tem sido base para todos os grupos folclóricos existentes na região.

Ao longo da sua existência este grupo tem feito recolhas de canções, bailes e jogos junto das pessoas idosas da Vila. Colabora sempre que é solicitado, nas festas religiosas e oficiais, por toda a Ilha da Madeira, em actividades, dais quais destacamos: o cantar dos Reis; os jogos tradicionais da Quaresma; reconstituição das actividades ligadas ao trigo desde a chamusca, cava, sementeira, ceifa do trigo e malha; os pastores da noite de Natal; a lapinha tradicional e exposição relativa às actividades desenvolvidas.

No início da formação deste Grupo Folclórico, em 1949, participou no Concurso Internacional de Danças de Madrid. Desde então o Grupo esteve presente em festivais de Norte a Sul de Portugal, por toda a Europa e junto das Comunidades Madeirenses na África do Sul, Venezuela, Brasil, Estados Unidos, Canadá e recentemente na Austrália.

Em 1981, o Grupo foi distinguido com medalha de prata e respectivo diploma de Mérito Turístico pelo Presidente do Governo Regional da Madeira e no seu 40º aniversário com um Galardão Especial pela Secretaria Regional de Turismo e Cultura.

Em 1985, Maria Ascensão Fernandes, que esteve no Grupo desde a fundação, foi homenageada pela Secretaria de Turismo e Cultura e em 1991 pelo Presidente do Governo Regional da Madeira.

O Dr. Alfredo Ferreira Nóbrega, por ter sido o fundador deste Grupo Folclórico, foi homenageado com a Estrelícia Dourada pelo Presidente Regional da Madeira.



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Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha - Baile das Camacheiras


domingo, 24 de maio de 2009

RANCHO FOLCLÓRICO E ETNOGRÁFICO ALMA LUSA - IJUÍ - RIO GRANDE DO SUL - BRASIL.


A partir da criação do Centro Cultural Português de Ijuí, os descendentes das famílias portuguesas que o integravam, começaram a sentir, cada vez mais, a necessidade de que, também, os mais jovens luso descendentes pudessem conhecer e cultivar as tradições da pátria de origem de seus antepassados. Surgiu, então, a idéia da formação de um rancho folclórico. O folclore é uma grande paixão do povo português, a maneira pela qual ele mais gosta e expressar suas tradições. Portanto, não poderia faltar um rancho folclórico nas atividades do Centro Cultural Português de Ijuí.

Essa idéia acabou se concretizando no dia 7 de outubro de 1993, com a fundação do “Rancho Folclórico Alma Lusa” (que mais tarde teve o nome alterado para Rancho Folclórico e Etnográfico Alma Lusa), inicialmente sob a direção de Pedro Darci de Oliveira, integrado por jovens membros do Centro Cultural Português.

Fixou-se que o objetivo do grupo seria a pesquisa, cultivo e divulgação do folclore e da etnografia portuguesa, principalmente da Região Autônoma dos Açores, origem da maior parte da comunidade portuguesa radicada na região de Ijuí. O relacionamento direto estabelecido pelos dirigentes desse grupo com os grupos folclóricos de Portugal tem permitido que o Rancho Folclórico e Etnográfico Alma Lusa possa transmitir ao público em geral, nas suas apresentações, o que há de mais fiel ao folclore português.

Anualmente, o grupo é digno representante do folclore português no Encontro das Comunidades Portuguesas e Luso Descendentes do Cone Sul, encontro que a cada ano é sediado em um dos clubes portugueses da Argentina, Uruguai e Brasil (Rio Grande do Sul).O Rancho Folclórico e Etnográfico Alma Lusa tem como padroeira Nossa Senhora do Rosário, por ser essa santa a evocada no dia 7 de outubro (data de fundação do grupo) no calendário litúrgico da Igreja Católica.O trabalho do grupo foi evoluindo e seus estudos passaram a abranger danças, cantares, trajes, instrumentos musicais, utensílios de trabalho, religiosidade, literatura e linguagem popular.
Visite:www.rfealmalusa.org

sábado, 9 de maio de 2009

RANCHO FOLCLÓRICO MEU PAÍS DE MAISONS-ALFORT - PARIS - FRANÇA

O Rancho Folclórico Meu País de Maisons-Alfort é um verdadeiro embaixador da etnografia e do folclore de Fafe pelas Terras de França , tem levado o nome , a história, as tradições , os usos e costumes do Concelho de Fafe.
Organiza anualmente um festival internacional de folclore e diversos outros festivais durante o ano, tendo sido convidado pela Federação Francesa de Folclore a um festival internacional em Pequim na China.
É membro efetivo da Federação de Folclore Português, de onde recebe apoio técnico.

Visite: http://meupais.free.fr/index2.htm


quarta-feira, 1 de abril de 2009

GRUPO FOLCLÓRICO OS CAMPONESES DE NAVAIS - PÓVOA DE VARZIM.


O Grupo Folclórico os Camponeses de Navais nasceu em 1983 e desde a sua fundação tem desenvolvido essa actividade cultural respeitando com grande rigor os usos e costumes da Freguesia de Navais e do Concelho da Povoa de Varzim. Um dedicado trabalho de pesquisa etnográfica trouxe ao grupo trajes característicos de diversas fainas agrícolas ligadas ao campo e a festa. As danças e as cantigas essas nasceram da terra, como as modas de terreiro, e os cantares de trabalho que são parte importante do reportório do Grupo Folclórico os Camponeses de Navais. O Grupo folclórico os Camponeses de Navais tem participado em vários festivais de folclore de norte a sul de Portugal Nacionais e Internacionais e também tem participado em alguns Países nomeadamente em França Espanha e na Ilha da Madeira. O Grupo Folclórico os Camponeses de Navais está filiado no INATEL e é membro efectivo da Federação do Folclore. Português .
Visite:http://www.gfcamponesesnavais.com/

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

GRUPO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DE CEIRA - COIMBRA.


O Grupo Folclórico da Casa do Povo de Ceira nasceu em Maio de 1962, sendo fiel representante da região de Coimbra. Tem base numa série de recolhas de cantigas, danças e trajes característicos da sua região, do final do século XIX e princípios do século XX.
É graças ao seu trabalho de recolha, preservação e divulgação, que se mantêm vivas as tradições do povo, os seus usos e costumes, trabalho exaustivo dos seus componentes que assim conseguem recolher e preservar a história e a cultura popular da sua terra.
Entre os trajes que exibe destacamos as Lavadeiras do rio Ceira, as Vendedeiras, a Pastora do Carvalho, os Trabalhadores Agrícolas, o Barqueiro, o Marchante, os Romeiros, os Noivos e as Tricanas de Coimbra.
Está filiado na Federação do Folclore Português e na Associação de Folclore e Etnografia da Região do Mondego e é considerado de interesse folclórico pela Câmara Municipal de Coimbra, por quem foi homenageado com a atribuição da medalha de prata de mérito cultural.
Tem levado as suas danças e cantares a todo o país e ao estrangeiro, onde já actuou nos principais festivais da Europa.


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

GRUPO FOLCLÓRICO DE DANÇAS E CANTARES DE MAFAMUDE - VILA NOVA DE GAIA.


O ano de 1982 viu nascer em Vila Nova de Gaia o Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Mafamude.

Não obstante o grupo estar sediado numa zona citadina, os seus componentes não esmoreceram, desenvolvendo um trabalho idóneo que lhes permitiu um conhecimento mais amplo e profundo de Gaia e das suas gentes, nos finais do século XIX e princípios do século XX.

O Grupo Folclórico de Danças e Cantares é um harmonioso conjunto de lavradeiras e lavradores que envergam trajes que eram usados em solenidades religiosas, em romarias e no trabalho diário; uns mais ricos do que outros mas todos eles espelham o inegável gosto e brio das gentes de Gaia. A mulher que cozia o pão, transportando a escudela; a leiteira com os canados; a mulher que à soleira da porta fiava o linho, com a roca e o fuso; o homem da palhoça e a alegre e vistosa romeira, são algumas das figuras que em tempos idos se viam em Mafamude e que são agora saudosamente recordados pelo Grupo Folclórico de Danças e Cantares.

Também as danças e os cantares são objecto de divulgação do Grupo, pois muito se dançava e cantava na nossa Terra. Os viras, a cana verde, o velho e a velha, o malhão, o verdegar e a tirana, entre muitas outras; sem esquecer as melodiosas e dolentes cantigas que ecoavam nas noites luarentas em tempo de desfolhadas e os alegres, por vezes brejeiros, cantares ao desafio, sempre do agrado de quem cantava e de quem ouvia.

O Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Mafamude possui também uma sonante tocata onde não faltam a viola braguesa, o violão, os cavaquinhos, o bombo, os ferrinhos, o reco-reco e os acordeões.

Com o objectivo de difundir as tradições populares da sua Freguesia, O grupo Folclórico de Danças e Cantares de Mafamude tem participado em festivais de folclore, em festas e romarias populares. A sua presença em lares da terceira idade, tem também sido enriquecedor e compensador para o grupo. De referir ainda as actuações em Caves de Vinhos do Porto e em Hotéis, destinadas a presentear, com a beleza do nosso folclore, os turistas que visitam o nosso País e que têm sido um êxito. Teve como ponto mais alto das suas inúmeras deslocações a participação nas monumentais Festas de Gràcia - Barcelona, em 15 de Agosto de 2008.

São muitas e diversificadas as actividades deste Grupo. Não poderíamos, contudo, deixar de fazer referência à "Esfolhada do Resto" que o Grupo organiza anualmente e ainda à participação brilhante na romaria do Senhor da Pedra (de grandes tradições em Vila Nova de Gaia) com a sua jovem e animada rusga.

Desde sempre ao serviço do folclore, o Grupo Folclórico de Danças e Cantares de Mafamude vê hoje compensados todos os seus esforços com a obtenção de uma sede própria, sendo relevante o interesse que tem despertado junto dos jovens e da Freguesia.

Preservar e enriquecer o nosso Património Cultural é o lema de todos os jovens componentes deste brioso Grupo Folclórico.

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Grupo Folclórico Danças e Cantares de Mafamude


quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

GRUPO FOLCLÓRICO E CULTURAL DA BOA VISTA - ALENTEJO.


Fundado em 1967, o Grupo Folclórico e Cultural apareceu como uma necessidade absoluta de salvaguarda e divulgação dos usos e costumes e tradições das gentes serranas de São Mamede.

A sua acção vem sendo no sentido de não deixar perder a identidade cultural do Povo Alentejano, especialmente do concelho de Portalegre.
Da pesquisa que vem efectuando, possui no seu repositório preciosos exemplares do modo de trajar, de cantar, de tocar e de balhar no início do século XX, tais como:
Pastor, Semeador, Tirador de Cortiça; Trajos Domingueiros e de Festa de Alagoa, Alegrete, Fortios, Reguengo, Ribeira Nisa, São Julião, Urra, e da própria Cidade de Portalegre, Lavrador, casamento, e a incomparável Côca de Portalegre.
As modas de saias, Balhos de Saias, Balhos de Terreiro ou Campaniços, Viras ou Modas Viradas, Balhações de Inspiração Palaciana, marcações em roda, coluna e Quadrilha.
Já gravou 3 discos, cassete áudio e cassete vídeo, estando a preparar-se para gravar um cd; participou em 16 programas de rádio e televisão nacionais. Obteve diversos prémios em Festivais, nomeadamente:
1º Classificado no I concurso de Danças e Cantares do Alentejo
2º Prémio no VII Festival Nacional de Folclóre de Lisboa.

Galardoado, com a Medalha de Ouro de Mérito Municipal, pela Câmara Municipal de Portalegre. É membro da Federação Nacional de Folclore Português, do INATEL, da federação das Colectividades de Cultura e Recreio e da Associação dos Folcloristas do Alto Alentejo.
Além fronteiras esteve nas Espanha, no Canadá, na Geórgia, nas Rússia, na Polónia, França, Alemanha, Áustria, Marrocos e Itália.
Realiza anualmente:
1 Festival de Folclóre com Grupos Infantis e Juvenis em Maio
1 Festival de Folclóre de Grupos Adultos nas Monforfeira, em Monforte
1 Festival de Folclóre de Grupos Adultos no último fim-de-semana de Julho,
contando actualmente com 95 membros, incluindo Grupo Adulto e Infantil/Juvenil.

Localização:

Portalegre, capital de distrito do mesmo nome, com uma área de 6132km, fica situada numa das mais belas províncias de Portugal, o Alto Alentejo.Construída num planalto da Serra de São Mamede, tem simultaneamente características montanhosas e de planície alentejana que se conjugam num harmonioso e variado conjunto paisagistico.A Sé de Portalegre é o seu principal monumento(séc. XVI e restaurada no fim de séc. XVIII), onde, além de paramentos valiosos e alguns únicos no país, avultam os riquissimos "arcazes" de estilo D. João V. Outros monumentos dignos de visita atenta são os antigos conventos de S. Bernardo (príncipio do séc. XVI, com um dos mais belos pórticos barrocos da cidade e o túmulo do seu fundador, D. Jorge de Melo, obra sumptuosa de mármore primorosamente lavrado), de santa clara (séc. XIV) e de S. Francisco (séc. XIII e restaurado no príncipio do séc. XVIII).

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

RANCHO FOLCLÓRICO ROSAS DO LENA - BATALHA - ESTREMADURA.


Instituição de Utilidade Pública, a acção do Rancho Folclórico Rosas do Lena foi diversas vezes reconhecida, tendo em 1963 obtido o 1º prémio de Grupos da Região de Leiria; em 1969, o 1º prémio do VII Festival de Folclore Nacional (Lisboa); em 1979 a medalha de prata do município da Batalha; em 1984, a taça da cidade francesa de Villeurbanne; em 1991 a medalha de ouro do município da Batalha e o medalhão de prata da Região de Turismo de Leiria/Fátima (Rota do Sol); em 1998, o globo de cristal da delegação de Leiria do INATEL; em 2002, o prémio INATEL para os melhores grupos de animação do turismo sénior e, em 2003, o diploma de mérito cultural da academia de letras e artes de Paranapuã (Brasil).É membro efectivo da Federação de Folclore Português. Participou em mais de 2000 festivais nacionais e internacionais em Portugal continental e nos Açores, e espectáculos, entre eles a bordo do transatlântico grego “Golden Odissey” e na EXPO’98.Fez 28 digressões no estrangeiro, participou em festivais internacionais na Alemanha, Áustria, Croácia, Eslováquia, Espanha, França, Holanda, Itália (Sicília), Lituânia, Polónia e Sérvia. Em 11 gravações discográficas, para várias editoras, editou 5 discos pequenos, 1 disco de longa duração (LP), 3 discos compactos (CD) e 3 cassetes desde 1967. Gravou diversos programas para a televisão. É promotor das Galas Internacionais da Batalha e do FestiBatalha. Promove, anualmente, uma acção de animação e cultura (8 dias) e reconstituições de tarefas agrícolas e de manifestações religiosas populares. Fundou e administra o museu Etnográfico da Alta Estremadura.



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Atuação do Rancho Folclórico Rosas do Lena.


quinta-feira, 23 de outubro de 2008

RANCHO REGIONAL DAS LAVRADEIRAS DE CARREÇO - VIANA DO CASTELO.

O Rancho Regional das Lavradeiras de Carreço, organizado em 1923, o mais antigo agrupamento folclórico de Portugal, é uma Associação Cultural de Utilidade Pública, e Instituição de Mérito Cultural,
que preserva e divulga as tradições, usos e costumes do povo da Região de Viana do Castelo.

Tem desde a sua fundação mantido uma actividade ininterrupta, encontrando os jovens de hoje os mesmos motivos que os seus avós para continuar a expressar através do folclore o sentir das gerações
passadas, a alegria e solidariedade universais.

Foi Carlos Peixoto Freitas Sampaio, exímio bailador das modas que em Carreço o povo dançava no século passado, que há mais de setenta anos reuniu um grupo de jovens, que costumavam formar os "ranchos" para animar os serões as festas e romarias das redondezas, contando desde logo com o apoio do Pároco local, Padre Domingos Afonso do Paço.
Alguns anos mais tarde com o apoio do etnógrafo Abel Viana, deram-lhe o nome de RANCHO REGIONAL DAS LAVRADEIRAS DE CARREÇO.

Estava assim criado o primeiro rancho folclórico de Portugal.
Nascido espontaneamente, à sombra tutelar do promontório de Montedor, com o seu típico Farol, mantém-se como guardião das danças e cantares da histórica Freguesia de Santa Maria de Carreço.

Das danças e cantares, todas elas oriundas de Carreço, destacam-se: Senhor da Serra, Chula, Gota, Rusga, Tirana, Velho, Preto, Pai do Ladrão, Cana Verde, Redonda, Verde Gaio, Rosinha, Carreço por Ser Carreço, e o Vira, como não podia deixar de ser, com várias versões, todas elas de imponente beleza.

Em relação aos trajes, cada um tinha uma função específica, apropriada a cada actividade, sendo mais ou menos elaborados, conforme as posses de cada um. Assim, das várias existentes salientamos para a mulher: Traje de Lavradeira, Lavradeira de Dó, Traje de Ceifeira, Traje de Tradição, Traje de Feirar, Traje de Trabalho e embora não sendo de Carreço, mas sim da região de Viana, temos ainda o: Traje de
Mordoma e Traje de Noiva. Para os homens destacam-se: Fato de Domingo ou Dias de Festa, Traje de Mordomo, Traje de Lavrador e Traje de Trabalho.

Quanto aos instrumentos musicais, também eles recebem a herança do passado, hoje mais enriquecido. Nas primeiras actuações, havia apenas uma harmónica, depois foram-se juntando as Concertinas, as Violas, os Cavaquinhos, os Ferrinhos e mais tarde o Acordeão diatónico. Destaca-se um instrumento único no País, as Conchas de Crustáceos (Vieiras), que marcam o ritmo da música, funcionando assim, com um instrumento de percussão.

Ao longo da existência deste rancho, vários foram os seus intervenientes, destacadas cantadeiras e dançadores, quase sempre anónimos, mas que sem eles, este percurso seria impossível. Graças ao seu espírito de sacrifício, à sua devoção e ao seu temperamento artístico, após as tarefas árduas de cada dia, que este rancho é chamariz de gentes e propaganda da região minhota. Deve-se no entanto destacar o seu fundador Carlos Peixoto de Freitas Sampaio, sua filha Teresa Freitas Sampaio e seu neto e actual director Carlos Silvano Freitas Sampaio.
Estão aqui descritos vários factores ilustrativos, da importância cultural que este rancho evidência.

É de facto, uma embaixada cultural viva, não só de Carreço, mas também da Região de Viana do Castelo.
O Rancho Regional das Lavradeiras de Carreço deixa por onde passa e de forma indelével, o seu saber de cultura, com brilho e orgulho, desde o Minho ao Algarve, Madeira, Açores, Espanha, França e Brasil, onde tem recebido as mais variadas distinções nestas suas deslocações.

Este Grupo é Sócio Fundador da Federação do Folclore Português. Sócio Fundador da Associação
de Grupos Folclóricos do Alto Minho e está inscrito no INATEL, IPJ.

Site recomendado:
http://www.lavradeirascarreco.com/global.htm

terça-feira, 30 de setembro de 2008

RANCHO DE DANÇAS E CANTARES DE AFIFE - VIANA DO CASTELO.

Foi por volta de 1920 que em Afife se iniciou o primeiro esboço para a formação de um agrupamento folclórico. Assim sendo, foi sob a direcção do afifense Tomás Fernandes Pinto, que foi constituído um grupo composto apenas por elementos femininos. A partir dessa data os afifenses foram dando continuidade ao grupo folclórico, até que no ano de 1962, sob a direcção do Dr. João Barrote, foi formado o célebre Grupo Folclórico de Afife. A freguesia de Afife situa-se a 10 km a norte de Viana do Castelo, junto ao mar. Toda a freguesia é de extremo interesse, devido às suas características geográficas e estruturais. Os trajes utilizados são trazidos pelos seus próprios elementos ou por familiares. Existem até trajes autênticos, do princípio do século. Cláudio Bastos referiu num estudo que intitulou de “Traje à Vianesa''
e onde também é mencionado o traje de Afife: “Este vestuário principalmente quando batido pelo sol, é um deslumbramento de coloração, uma verdadeira romaria de cores, nada pasmando que ele seja o predilecto da massa popular, alheia ao bairrismo das freguesias”. Os mentores do grupo foram a célebre Ofélia das Cachenas e o Cácio do João Enes (Cácio Bandeira). Pedro Homem de Mello, viveu sempre com entusiasmo o folclore de Afife. Dedicou-lhe poemas e considerou a Ofélia das Cachenas como a maior folclorista da região. Organizou diversos espectáculos e acompanhou o grupo em diversas deslocações. Na década de 80 o folclore em Afife esteve estagnado, até que, por altura da preparação de uma festa da escola primária em 1994, Catarina Pires, Abílio Torres, Carlos Fernandes, liderados por Rui Manuel Areias, decidiriam incentivar as crianças a dançar folclore, daí nasceu a ideia de criar o Rancho Infantil de Danças e Cantares de Afife. No dia 10 de Junho de 1995, o Rancho volta a renascer, contando com a participação de 20 pessoas e fazendo a primeira actuação no dia 5 de Agosto no Parque de Campismo da INATEL em Viana do Castelo, perante uma assistência que ultrapassou as mil pessoas. O Rancho foi legalizado por escritura pública a 9 de Abril de 1996 e a publicação no Diário da República deu-se a 26 de Julho do mesmo ano. O grupo é membro do Registo Nacional das Associações Juvenis (RNAJ). O Rancho de Danças e Cantares de Afife tem-se mantido activo desde então, contando-se várias actuações dentro e fora do país.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DE AROUCA.

O Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca foi fundado em 1972 com o nome de rancho folclórico de Arouca. Com a integração na secção cultural da casa do povo de Arouca, em 1973, o seu nome viria a ser alterado para o nome que hoje ostenta.Os cantares e dançares de Arouca, as vozes, os costumes e os trajes das gentes da sua terra, partindo de uma recolha adjacente do cancioneiro de Arouca, da autoria de Virgílio Pereira, são aqui fielmente representados. Manter viva as tradições folclóricas e etnográficas e os traços de ruralidade do povo arouquense eram os propósitos dos seus fundadores e seguidores. da serrania ao vale, do Paiva ao Arda, Arouca e um tesouro cultural evidenciado nos tablados onde este rancho actua.Com uma escola de aprendizagem para tocadores de concertina e cavaquinho e um grupo infantil e juvenil que, para além das danças de folclore arouquense, ensaia canções do nosso cancioneiro, canções populares e leva a cena pequenos teatros. O rancho folclórico da casa do povo conta com cerca de 45 elementos.Ao longo de mais de três décadas o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca actuou em festivais de folclore nacionais e internacionais, animou festas e romarias, e organiza anualmente em Agosto o festival de folclore. Em Abril de 1990 e Maio de 2001, atravessaria o atlântico em duas digressões pelo Brasil, actuando nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Santos. Em 1998, representaria o folclore arouquense a quando a assinatura do protocolo de geminação entre a cidade francesa de Poligny e Arouca, sendo aí justamente homenageado pela associação portuguesa local, pelo apoio dado na criação de um Rancho Folclórico Lusitano.

Caminhando para as bodas de ouro, o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca Continuará a preservar o passado e as suas tradições, legado dos antepassados para as gerações futuras, de ontem, de hoje e de amanhã. estas são as palavras do presidente da direcção:António Gonçalves Teixeira. http://ranchoarouca.blogspot.com/

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Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca - Vira de Trempes


terça-feira, 26 de agosto de 2008

GRUPO DE FOLCLORE DA PONTA DO SOL - ILHA DA MADEIRA.


Com povoadores de origens tão diversas a nível de categorias sociais e localidades, logo Ponta do Sol se torna ponto de confluência de culturas que vão sendo assimiladas e enriquecidas, constituindo uma herança etnográfica a preservar, onde estão subjacentes o trabalho, o divertimento, a religiosidade e sofrimento deste povo. Foi para salvaguardar este património cultural em risco de se perder que surgiu em 2 de Agosto de 1981 o Grupo Folclórico da Casa do Povo da Ponta do Sol, hoje designado Grupo de Folclore da Ponta do Sol, com o objectivo de recolher, preservar e divulgar, os usos, costumes e tradições da Região Autónoma da Madeira, em particular o concelho da Ponta do Sol.Foi feito um exaustivo trabalho de recolha, através de contactos directos com a população mais idosa detentora de memórias culturais significativas; danças, canções, objectos relacionados com as actividades agrícolas e domésticas do passado, bem como, roupas e artesanato que o grupo tem procurado adquirir sempre que possível.A Ponta do Sol tem inscrito o seu nome na Federação de Folclore Português, através do seu grupo que é membro efectivo daquela organização desde 1990, sendo o primeiro grupo madeirense federado.No ano de 2006, foi homenageado com o Galardão da Cultura, pelo Governo Regional da Madeira, através da Secretaria Regional do Turismo e Cultura, pelos serviços prestados em prol da Cultura.

Site recomendado:Grupo de folclore da Ponta do Sol

http://www.grupofolclorepontadosol.net/index.htm

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Grupo de Folclore da Ponta do Sol - Baile Pesado


quinta-feira, 3 de julho de 2008

RANCHO FOLCLÓRICO DE PASSOS DE SILGUEIROS - VISEU.

O Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros nasceu em 1978 em consequência da riqueza folclórica da sua terra.

Desde a primeira hora, pesquisou, recolheu e , estudou todos os aspectos da herança cultural popular da região de Viseu, zona planáltica situada entre as serras da Estrela e do Caramulo, limites do seu horizonte visual.

Os milhares de documentos obtidos constituem o património do seu museu, o mais rico da Beira Alta e um dos mais importantes de Portugal, no seu gênero. As suas danças e os seus cantares têm beleza, a par da simplicidade quase ingénua do povo simples e bom que no passado assim cantou e dançou, a alegria de quem põe entusiasmo e doação em tudo quanto faz, ao lado de uma certa e característica nostalgia dos Portugueses, enfim, a marca da autenticidade rigorosamente perseguida.

Os seus trajes, reconstituídos segundo a documentação arquivada, respeitam os pormenores - desde os óculos aos botões - e referem -se a uma comunidade rural do passado, com a sua natural diversidade.

Com a maior dignidade, tem levado o nome de sua região aos quatro cantos de Portugal e , no estrangeiro , tem sido um verdadeiro e premiado embaixador das tradições populares nacionais.

É membro da Federação do Folclore Português.
Criador do Museu de Silgueiros.Fundador da associação de Passos de Silgueiros, uma instituição particular de solidariedade social.

Organizador do festival de folclore de Silgueiros , o mais regular do distrito de Viseu.

Pioneiro na realização de encontros de cantadores de Janeiras.

Participante, com a marca da autenticidade, nos maiores e mais conhecidos festivais de folclore , do Algarve ao Minho.

Presente em festivais e acontecimentos folclóricos em Espanha , França e Holanda.

Participante em programas de Rádio e de Televisão emitidos em Portugal, França , Alemanha , Canadá e E.U.A.

Premiado com o "Golfinho de Bronze" , em Matosinhos.

Primeiro prémio de qualidade folclórica, em França , entre grupos de dez países.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

RANCHO REGIONAL DE SÃO SALVADOR DE FOLGOSA - MAIA.


O Rancho Regional de São Salvador de Folgosa, nasceu por ocasião da angariação de fundos para as obras de remodelação da igreja paroquial, em finais da década de cinquenta, tendo desde logo procurado afirmar - se no panorama folclórico nacional e regional.

No entanto, e na sequência de algumas dificuldades, a sua atividade foi interronpida de 1961 a 1980. A partir desta altura o Rancho têm vindo a aperfeiçoar a sua atividade de reprodução dos trajes, danças e cantares dos tempos remotos nas terras da Maia, através de recolhas que garantem a autenticidade do que pretende representar.


Em termos de folclore, representa a zona do chamado Vale do Coronado , no leste maiato. É dentro destes limites que se propõe recolher e depois reproduzir o mais fidedignamente possível as vivências quotidianas e festivas dos seus antepassados.

Além de outros festivais realiza anualmente no segundo sábado de agosto o seu festival de folclore, a sua desfolhada em outubro assim como canta as janeiras de porta em porta desde o natal até o dia de Reis.

O Rancho Regional de São Salvador de Folgosa é composto por cerca de cinquenta elementos. É membro efetivo da federação de folclore português e inscrito no INATEL.

Representa o Douro Litoral, tem participado e continua a participar em festivais nacionais e internacionais quer no país como no estrangeiro. Tem um cd gravado e já fez várias aparições em programas de tv quer na RTP como na tv Galiza.

As danças e cantares interpretados contituem uma recolha da tradição maiata e pretendem exemplificar vários momentos dos seus antepassados. O fim dos trabalhos agrícolas, sobretudo na época das colheitas, em que a vizinhança se juntava nas eiras onde cantavam e dançavam procurando esquecer a vida difícil de então.

As caminhadas ou rusgas para as romarias onde associado à fé ao Santo
que iam venerar se divertiam cantando e dançando.
Encontros nas tardes domingueiras ou dias santos nos adros ou largos das igrejas em que rapazes e raparigas animados pelo som dos cavaquinhos e concertinas alegravam o ambiente cantando e dançando.


Alguns trajes apresentados pelo Rancho Regional de São Salvador de Folgosa - Maia.










Site recomendado: Rancho Regional de São Salvador de Folgosa - Maia.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

GRUPO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DO CURRAL DAS FREIRAS - ILHA DA MADEIRA.

Fundada a 30 de agosto de 1973 , a casa do povo do Curral das Freiras passaria a representar para aquela freguesia um importante pólo de desenvolvimento cultural, o que se poderá comprovar pelos vários cursos que, desde essa altura, vem realizando.
Pelo seu papel na festa da castanha, que teve em 1984 a sua primeira edição.
O grupo folclórico da casa do povo do Curral das Freiras foi fundado a 1 de novembro de 1987 e conta com cerca de 40 elementos.
O modo como executa os seus bailes, representa a maneira como os antepassados tratavam das lides do campo. As letras das músicas falam sempre de aspectos relacionados com o campo ou de aspectos alusivos às romarias.