
Rádio do Folclore Português 24 Horas em sua companhia em todo o mundo.
Preservação e divulgação, das tradições populares, folclore e etnografia de Portugual Continental e Ilhas.
Viva o Folclore de Portugal!!!!
Visite:
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS
RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS
Visite a Rádio do Folclore Português 24 Horas na sua companhia em todo o mundo.
Preservação e divulgação, das tradições populares, folclore e etnografia de Portugual Continental e Ilhas.
Viva o Folclore de Portugal!!!!
Visite:
http://www.radiofolcloreportugues.com/
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
GRUPO FOLCLÓRICO DA CASA DO POVO DE CACIA - AVEIRO.

O Grupo Folclórico de Cacia, foi fundado em 1978, com o intuito de fazer reviver e preservar as Tradições Culturais de toda a Região do Baixo Vouga e Zona Vareira.O Grupo Folclórico é membro da Federaçâo do Folclore Português, tem participado em Festivais de Folclore de carácter nacional e internacional, e no estrangeiro já se exibiu em França e Espanha.Os viras, canas verdes e modinhas de roda que o grupo exibe, eram dançadas nos serões que se faziam em Cacia , a caminho das romarias da região, no final dos trabalhos do campo e aos domingos, nos adros das capelas.Os trajes que o grupo apresenta, são cópias fiéis dos séculos XVIII, XIX e XX; e neles se destacam os trajes ricos, trajes de trabalho ligados ao campo e ao rio e trajes de romaria, tendo obtido o 1ºprémio de trajes a nivel Nacional, organizado pelo Inatel em Lisboa.Já se exibiu na TV nos seguintes programas:Portugal Português, Sol de Verão, TV Regiões, Mùsica no Coração, Praça da Alegria, Olá Portugal e Festival Nacional do Algarve representando a Beira Litoral.Todos os anos, em Junho, aquando o seu Festival de Folclore, realiza um cortejo etnográfico representando várias usos e costumes dos seus antepassados, sendo apelidado por especialistas em etnografia como um autêntico “museu ao vivo”.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
RANCHO FOLCLÓRICO DO PORTO
O Rancho Folclórico do Porto foi fundado em 24/06/1982 com o objectivo de recolher, preservar
e difundir as antigas tradições da cidade do Porto, relacionadas com a cultura popular. Por isso tomou como lema ser "Sempre Leal" aos costumes que são Povo.A apresentação à cidade foi feita na Casa do Infante, no dia 24 de Junho de 1984. O seu reportório é constituído por danças e cantigas recolhidas por César das Neves, que as publicou no "Cancioneiro de Músicas Populares" no ano de 1895 e do livro "O Traje Popular em Portugal, século XIX" de Alberto de Sousa, reconstituiu os trajes que eram típicos no Porto, naquele século. É constituído por mais de cinquenta elementos divididos entre dançadores, cantata e tocadores distribuídos
pelos seguintes instrumentos: concertina, bombo, ferrinhos, cavaquinho, violão, viola braguesa e rabeca. Neste conjunto de pessoas, que se distribuem por diversas profissões, metade têm formação escolar superior: licenciados e bacharéis. O Rancho, que já se exibiu em todo o continente, na Madeira e nos Açores, fez digressões ao estrangeiro, já tendo estado presente em cerca de 30 países e gravou programas para as televisões alemã (ZDF), austríaca, brasileira (TVGLOBO e TVPROGRESSO), egípcia, escocesa, francesa (CANAL 5), galega (TV GALIZA) e portuguesa (RTP1 e TVI). A RTP produziu um filme -"Malhão, Triste Malhão" - com base nas músicas e danças do Rancho, e nele participou o próprio grupo. Para este canal televisivo também os seus elementos fizeram figuração para o documentário -"Os caminhos do romântico" , com trajes populares e burgueses daquela época, todos reconstituídos pelo próprio Rancho. Para que a música popular e folclórica do Porto fosse universalmente conhecida, gravou o Rancho dois LP, dois Single, duas cassetes e cinco CD. Algumas destas produções foram subsidiadas pela Câmara Municipal do Porto e Governo Civil do Porto. A par da sua actividade intrínseca, o folclore, desenvolve outras como: Grupo Rock, Canto Coral, Grupo de Fados de Coimbra, Tuna Académica, Teatro e Variedades.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
APÚLIA - CONCELHO DE ESPOSENDE.
Na praia da Apúlia, a dança do Minho toma uma feição especial, devido em parte ao trajo do homem - saio romano, apertado por cinturão espesso.
E as pernas serpenteiam, enquanto os pés, na relva do prado ou na areia da praia, fazem rendilhados brancos. A quase nudez destes rapazes que, ao comparecer no Rancho, envergam a indumentária quotidiana contrasta, singularmente, com a riqueza do fato das mulheres, as quais, ao contrário dos homens, vestem, para vir a público, festivos trajos antigos. Distinguem - se elas pelos movimentos das ancas, movimento rápido, trepidente. E a faixa, à moda de Esposende, ensacando - as, realça - lhes a natural opulência...
Fonte: Danças portuguesas , Pedro Homem de Mello.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
É URGENTE QUE SE LEVE ÀS COMUNIDADES PORTUGUESAS NO ESTRANGEIRO O CONHECIMENTO DO FOLCLORE PORTUGUÊS.
O folclore português no estrangeiro carece de um premente apoio técnico.
As raízes culturais tradicionais portuguesas promovem - se de uma forma bem ativa no seio das comunidades lusas radicadas em grande parte dos países de emigração, implícito no trabalho de centenas de grupos de folclore ou de inspiração folclórica. Todavia, essas formações progridem mercê de boas vontades , mas quase sempre enfermam de erros de representação, arredados que estão de uma correta e cuidada recriação dos aspectos etnográficos e folclóricos.
É urgente que se promovam as necessárias ações de formação e de sensibilização, ministradas por emissários competentes, estabelecidos nas diversas regiões de Portugal que são representadas pelo movimento folclórico nas comunidades. Ao Estado português competirá ajudar a uma tão necessária e urgente ação de pedagogia e de sensibilização, patrocinando visitas de pedagogos folcloristas, com reconhecidos conhecimentos técnicos. Pelo respeito que nos deve merecer a cultura popular.
Se é certo que por cá, em matéria de sensibilização da representação tradicional , as coisas não correm de forma satisfatória no que respeita à preservação e divulgação dos aspectos culturais e tradicionais, no estrangeiro os "embaixadores" lusos não fogem à regra, instruídos que estão a reproduzir mal o nosso folclore. Salvam - se algumas boas execeções. Todavia raras.
Matéria do jornal folclore - junho / 2008.
terça-feira, 11 de março de 2008
O VIRA.
sexta-feira, 7 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
O QUE É FOLCLORE?
Folclore é um gênero de cultura de origem popular, constituído pelos costumes, lendas, tradições, e festas populares transmitidos por imitação e via oral de geração em geração.
Todos os povos possuem suas tradições, crendices e supertições, que se transmitem através de lendas, contos, provérbios e canções.
O termo folclore aparece pela primeira vez cunhado por Ambrose Merton - pseudônimo de Willian Johh Thoms - em uma carta endereçada à revista The athenaeum, de Londres, onde os vocábulos da língua inglesa FOLK e LORE(povo e saber) foram unidos, passando a ter o significado de saber tradicional de um povo. Esse termo passou a ser utilizado então para se referir as tradições,costumes e supertições das classes populares. Posteriormente, o termo passa a designar toda a cultura nascida principalmente nessas classes, dando ao folclore o status de hístoria não escrita de um povo.À medida que a ciência e a tecnologia se desenvolveram, todas essas tradições passaram a ser consideradas frutos da ignorância popular.Entretanto, o estudo do folclore é fundamental de modo a caracterizar a formação cultural de um povo e seu passado, além de detectar a cultura popular vigente, pois o fato folclórico é influenciado por sua época.
No século XIX , a pesquisa folclórica se espalha por toda a Europa, com a conscientização de que a cultura popular poderia desaparecer devido ao modo de vida urbano. O folclore passa então a ser usado como principal elemento nas obras artísticas, despertando o sentimento nacionalista dos povos.
CARACTERÍSTICAS DO FATO FOLCLÓRICO:
Para se determinar se um acontecimento é folclórico, ele deve apresentar as seguintes características:
TRADICIONALIDADE: vem se transmitindo geracionalmente.
ORALIDADE: é transmitido pela palavra falada.
ANONIMATO: não tem autoria.
FUNCIONALIDADE: existe uma razão para o fato acontecer.
ACEITAÇÃO COLETIVA: há uma identificação de todos com o fato.
VULGARIDADE: acontece nas classes populares e não há apropriação pelas elites.
ESPONTANEIDADE: não pode ser oficial nem institucionalizado.
ENLOGAÇÃO FOLCLÓRICA:
música, danças e festas, linguagem, usos e costumes, brinquedos e brincadeiras, lendas, mitos e contos, crenças e supertições, arte e artesanato.
( NO FOLCLORE NÃO SE INVENTA E NEM - SE SUBSTÍTUI.)



