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sexta-feira, 4 de março de 2011

GRUPO DE FOLCLORE E ETNOGRÁFICO DA BOA NOVA - ILHA DA MADEIRA


O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova foi criado por Paixão Fernandes, Zina Gonçalves Fernandes e Manuel Ferreira Pio, é Instituiçao de Útilidade Pública desde 29 de Setembro de 1994 e com o Estatuto de Superior Interesse Cultural concedido a 9 de Dezembro do mesmo ano.
Remodelação total dos Estatutos, no dia 8 de Julho de 2005, o Grupo Folclórico, Cultural e Recreativo Boa Nova, passou a dominar-se oficialmente Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, nome já citado desde o dia 7 de Julho de 1992 (aquando do 1º colóquio do grupo);

Filiado no CCD.INATEL a 22 de Junho de 2006.

Santa Maria Maior/Funchal

Santa Maria, onde se localiza a Zona Velha do Funchal, desde cedo assumiu um papel preponderante no desenvolvimento da vila e posterior cidade do Funchal.

A riqueza patrimonial desta zona fascina-nos pelas suas ruelas e calçadas, pelas suas igrejas e fachadas e ainda por interessantes pormenores arquitectónicos que nos transportam a épocas ancestrais, marcos da cidade do Funchal que se orgulha de ter sido a primeira erguida fora do continente europeu.

Principais canções e danças tradicionais

Polca

Bailinho

Mourisca do Caniçal

Canção de embalar

Cantar dos reis.

A filha do barqueiro

Calcinha

Canção da malha do trigo

Mourisca de S. Gonçalo

Ciranda

Dança da Repisa

Charamba

Fado

Mourisca de Santana


Trajes

(...)


Representações Nacionais:

Expo/98, Lisboa, Guarda, Portalegre, Viana do Castelo, Guimarães, Viseu, Açores


Representações internacionais:

Europália/91 na Bélgica

Expo/92 em Sevilha;

e na Expo/2000 em Hannover

Promoções turísticas: em 1975, na Finlândia, Suécia e Noruega; em 1976, na Bélgica; em 1978 novamente na Bélgica, Holanda e Luxemburgo; em 1982, na Holanda; em 1997, na Feira Internacional de Turismo em Stuttgart,

Alemanha; em 2000, na Áustria, etc…

Letónia,Venezuela, Curaçau, Miami, Tenerife, França, Áustria, E.U.A., Canadá...


Outras actividades

Semana Europeia de Folclore

Encontro de “Danças das Espadas e Mouriscas”

Museu de Arte Popular


Publicações/Edições

1994 – Livro Os Trajos de Resguardo e de Cote no Sul da Ilha no século XVIII;

1999 – Livro O Folclore em Eventos Sociais entre 1850 e 1948 – factos e evidências;

2002 – Livro Danças e Bailados no Folclore Madeirense – Origens e Mitos, Vol.I;

2003 – 2ª Edição do livro Danças e Bailados no Folclore Madeirense – Origens e Mitos, Vol. I.

O grupo já fez cinco gravações, a primeira das quais em 1966 na Philips (em Lisboa), tendo sido o primeiro LP Stereo gravado em Portugal. O segundo em 1969 na Venezuela, aquando da deslocação do Grupo Infantil. O terceiro em 1976. O quarto em 1995 (em cassete e CD), denominado “ Memórias de um Povo” e finalmente o quinto em 1997 (editado em CD), intitulado “Fado“ (todos gravados na cidade do Funchal).

Em 2004, Vídeo, inserido na colecção de vídeos “ Folclore Português”, editada pela companhia Filma e Vê, em representação da Ilha da Madeira. A mesma foi lançada no mercado em DVD, em 2006.

1996, uma colecção de oito postais alusiva aos trajos regionais.

quarta-feira, 2 de março de 2011

GRUPO ETNOGRÁFICO DA CASA DO PESSOAL DOS HUC - BEIRA LITORAL.



O Grupo Etnográfico da Casa do Pessoal dos Hospitais de Universidade de Coimbra, surge em Abril de 2003, por iniciativa da Casa do Pessoal dos HUC, no sentido de envolver os sócios em actividades culturais, nomeadamente a área da Etnografia e do Folclore. Tendo em conta algumas condicionantes a Casa do Pessoal decidiu fundar o grupo etnográfico, elegendo uma direcção para dirigir os seus destinos. O Grupo desde essa altura, tem desenvolvido um trabalho de investigação, recolha e pesquisa das tradições populares desde a região de Penacova passando por Coimbra até Montemor-o-Velho, área de abrangência dos HUC, particularmente no que respeita às danças, Cantares, músicas e trajos.Actualmente o Grupo Etnográfico é composto por cerca de 50 elementos sendo na sua maioria funcionários da Instituição e sócios da casa do pessoal.Representa Trajes dos Finais do Séc. XIX, na área do trabalho, temosa os trabalhadores agrícolas, barqueiro, lavadeira e moleirosa, ligados ao Rio Mondego, ainda, as vendedeiras ambulantes de água, de frutas e legumes, broa, melões, arrufadas de Coimbra, e a farrapeira, dos camponeses dos campos do mondego, aos futricas, romaria e feira.
O Grupo Etnográfico, tem participado em Festas e Romarias, assim como em Festivais Nacionais e Internacionais de Folclore de norte a sul de Portugal, ainda na Holanda, Espanha e Luxemburgo.
Em Abril de 2009 editou um CD denominado de "Sinais Autóctunes" que está à disposição de quem o quiser adquirir atravês dos mails: casapessoal@huc.mini-saude.pt ou grupo.etnografico.huc@gmail.com ou ainda pelos telefones:239 853 165 ou 927806097 por 10,00€ directamente na Casa do Pessoal dos HUC ou contra reembolso atráves dos CTT.