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quinta-feira, 31 de julho de 2008

O CATALÃO - PÓVOA DE VARZIM.

Nos referimos anteriormente sobre o barrete tradicional. Hoje trago o catalão, uma espécie de barrete usado no traje de pescador da Póvoa de Varzim.

O catalão, feito de tecido de flanela vermelha com forro branco.

Enfia - se na cabeça com uma dobra de cerca de dois dedos de largura.

Sem costura no fundo, o catalão não tem borla nem qualquer outro apêndice. Esta espécie de barrete usado antigamente pelos pescadores da Póvoa de Varzim era importado por contrabando nas arribadas dos barcos às praias galegas. Havia sido levado para ali por imigrantes da Catalunha que iam trabalhar nos barcos de pesca da Galiza. Daí ser designado "catalão".

segunda-feira, 21 de julho de 2008

O BARRETE TRADICIONAL.

Existe o barrete preto e o barrete verde.

O preto era usado pelas pessoas que trabalhavam no campo e pelos pescadores da Beira Litoral , além de servir de agasalho, servia também de algibeira , justificando assim o seu comprimento.

O barrete verde tem a mesma finalidade embora só era, e ainda é usado pelos campinos e forcados do Ribatejo.

Esta peça é feita em pura lã no seu exterior e o forro em algodão. Depois de fabricada a malha em tear circular, centenário é devidamente tratada, recortada e colocada em formas de sol, onde se obtem o seu formato.

Depois de algumas horas de secagem o restante acabamento é totalmente artesanal, mantendo assim a tradição na sua produção.

domingo, 13 de julho de 2008

TRAJE DE DOMINGAR - VIANA DO CASTELO.


O traje de domingar é a sequência lógica do traje de trabalho, ou seja, é um traje não tão rico quanto o de luxo, mas, por outro lado não tão simples quanto o de trabalho.
pela sua própria designação, significa o traje dos domingos, desde que esses domingos não fossem os dos Santos Patronos, isto porque, nas festas dos Santos Patronos, o traje utilizado pelas raparigas era o de luxo.

Além de ser usado ao desempenhar as poucas tarefas de domingo, como, por exemplo, alimentar o gado, o traje de domingar era envergado nas demais atividades domingueiras, ou seja, ir à Missa, ao Terço e namorar.

Composição: Saia de linho com pregas miúdas na cintura e barra em lã, avental com motivos variados, algibeira, camisa branca bordada,colete, lenço à cabeça, peúgas brancas , chinelas pretas ou socos.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

RANCHO FOLCLÓRICO DE PASSOS DE SILGUEIROS - VISEU.

O Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros nasceu em 1978 em consequência da riqueza folclórica da sua terra.

Desde a primeira hora, pesquisou, recolheu e , estudou todos os aspectos da herança cultural popular da região de Viseu, zona planáltica situada entre as serras da Estrela e do Caramulo, limites do seu horizonte visual.

Os milhares de documentos obtidos constituem o património do seu museu, o mais rico da Beira Alta e um dos mais importantes de Portugal, no seu gênero. As suas danças e os seus cantares têm beleza, a par da simplicidade quase ingénua do povo simples e bom que no passado assim cantou e dançou, a alegria de quem põe entusiasmo e doação em tudo quanto faz, ao lado de uma certa e característica nostalgia dos Portugueses, enfim, a marca da autenticidade rigorosamente perseguida.

Os seus trajes, reconstituídos segundo a documentação arquivada, respeitam os pormenores - desde os óculos aos botões - e referem -se a uma comunidade rural do passado, com a sua natural diversidade.

Com a maior dignidade, tem levado o nome de sua região aos quatro cantos de Portugal e , no estrangeiro , tem sido um verdadeiro e premiado embaixador das tradições populares nacionais.

É membro da Federação do Folclore Português.
Criador do Museu de Silgueiros.Fundador da associação de Passos de Silgueiros, uma instituição particular de solidariedade social.

Organizador do festival de folclore de Silgueiros , o mais regular do distrito de Viseu.

Pioneiro na realização de encontros de cantadores de Janeiras.

Participante, com a marca da autenticidade, nos maiores e mais conhecidos festivais de folclore , do Algarve ao Minho.

Presente em festivais e acontecimentos folclóricos em Espanha , França e Holanda.

Participante em programas de Rádio e de Televisão emitidos em Portugal, França , Alemanha , Canadá e E.U.A.

Premiado com o "Golfinho de Bronze" , em Matosinhos.

Primeiro prémio de qualidade folclórica, em França , entre grupos de dez países.